Não sei se a escolha - Sebastião Bugalho - de Montenegro para cabeça de listas às Europeias foi a primeira, a segunda ou a terceira. Mas sei que é a escolha de Montenegro para política-espectáculo e para o populismo mediático.
Sei também que o pequeno mundo do comentário político engajado a aplaude. Mas isso não surpreende, afinal é disso que se faz carreira política em Portugal. Aí há a coerência que falta a que escolheu e a quem foi escolhido.
Também não sei se o jovem mais velho que por aí anda, sabe alguma coisa de Europa, ou de outra coisa qualquer. Sei que disputou o título de jovem prodígio, de príncipe do comentário político televisivo, com o António Maria, o filho do nosso saudoso Pedro Rolo Duarte. E que saiu a ganhar. E, ao que dizem, e ao que tive oportunidade de constatar, a ganhar bem!
Daí até lhe reconhecer mérito para entrar na política pela porta grande vai uma distância muito grande. Tão grande que a passadeira vermelha estendida para a cobrir terá lugar certo no Guiness.
A porta grande que tem acolhido toda a espécie de insipientes famosos antecipadamente eleitos pelas corroídas direções partidárias?
ResponderEliminar