quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Redundâncias

Por Eduardo Louro


 


Provavelmente por razões de inconseguimento, a senhora que personaliza a segunda figura do Estado tornou-se na primeira figura do ridículo. Depois de, sem pés nem cabeça, no próprio dia da sua morte, sugerir o recurso ao mecenato para trasladar os restos mortais do Eusébio para o Panteão Nacional, ei-la a recomendar idêntica receita para as comemorações do 25 de Abril.


Na ocasião da morte do Eusébio foram os próprios serviços do órgão a que preside a vir a público corrigir-lhe os números disparatados, transformando-lhe a ideia patética em mais um inconseguimento. Desta vez foram os próprios grupos parlamentares a ditar-lhe novo e traumático inconseguimento!


Foi-se o chamite, foram-se os cravos da nova coqueluche do regime, foi-se o mecenato, mas ficou o inconseguimento. Mais um. E mais uma pérola redentora na bissectriz dos afectos!

2 comentários:

  1. A esta gente só me apetece pedir que, POR FAVOR, deixe o 25 de Abril sossegado.

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    1. Imagine o que seria, por exemplo: “Coca-cola, o verdadeiro sabor do 25 Abril”; ou “todo o espírito do 25 de Abril no novo big Mac aroma a cravos”…

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