Por Eduardo Louro
O primeiro dos três debates fratricidas não correu bem, como seria de esperar. Ninguém saiu a ganhar, por muito que os adeptos de cada um reclamem vitórias estrondosas, cabazadas… O costume – e não mais do que isso – numa coisa que não é costume.
Também não serviu para esclarecer, e nem sequer para influenciar. Mas também não me parece que houvesse alguém à procura de esclarecimentos para orientar o seu sentido de voto.
Mas consegue perceber-se por que António José Seguro tanto quis estes debates. É que ele acha que é assim que se faz… E que tem muito jeito para aquilo, que sabe fazer-se de vítima como ninguém!
Vem aí mais, já amanhã. Com o pé a fugir para o chinelo, há ainda muita roupa suja para lavar... Que não cheire muito mal!
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