
Ele, não!
Não, porque não tem, nem nunca teve estatuto comportamental para ser o treinador do Benfica.
Não, porque saiu por não encaixar no modelo do Benfica.
Não, porque não conseguiu passar para o Sporting sem trair o Benfica.
Não, porque foi aliado activo de Bruno de Carvalho nos mais vis ataques ao Benfica.
Não, porque não é um ganhador. Apenas ganhou no Benfica, com os maiores investimentos de sempre e, mesmo assim, perdendo para dois treinadores acabados de chegar.
Não, porque os benfiquistas têm memória.
Não, porque os benfiquistas prezam a honra.
Não, porque os benfiquistas não o querem de volta.
Não, porque o Benfica precisa, mais do que nunca, de estar unido.
Não! Ele não. Ele divide irremediavelmente o Benfica. Ele é, com o Benfica à beira do abismo, o empurrão final!
O benfita está a ficar pequenino como o meu clube: quando ganha são todos bóptimos, quando perde o treinador é para despedir.
ResponderEliminarCoitados, não haver um campeonato de um clube só, e mesmo assim eram capazes de conseguir empatar.
Subscrevo até ao penúltimo parágrafo.
ResponderEliminarO último, não. Há um pântano em volta do Benfica, indubitavelmente; no Benfica, há chão por esclarecer mas não sei se será o pântano que dizem e querem que seja.
Arrisco que a Sarin aceitará a minha definição de"pântano" mais ou menos nestes termos: "área inundada por acumulação, por falta de escoamento, ou por escoamento lento, de águas e de massa orgânica capturada em decomposição". Acrescentaria: "donde uma vez caído é muito difícil sair".
ResponderEliminarA Sarin diz é que o pântano está à volta do Benfica. Eu digo que o Benfica está lá dentro. Não é grande a diferença. A dificuldade para de lá sair é a mesma!
Outra vez, Irra!
ResponderEliminarNão é anónimo nenhum!
A dificuldade não será bem a mesma, e as implicações morais, éticas, e até criminais, são distintas. Ainda assim, importa e muito perceber onde começa e onde acaba.
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