
Ver Luís Montenegro a dirigir-se aos microfones no Palácio de Belém, com a porta lá ao fundo a acabar de se fechar, é confrangedor e diz muito sobre o ponto de não retorno a que chegou o presidente Marcelo. Ouvi-lo no que se apressou a dizer, no que é ou não é a sua praia, sem perceber qual é o jogo nem quem tem as cartas, e admitir a mera hipótese de um dia poder vir a ser chefe do governo de Portugal, é de pasmar!
Digo eu, que não já nem tenho idade para me surpreender com estas coisas. E que nos anos que já cá levo já vi de tudo em S. Bento...
Este gajo é cá um palerma... (puto queque).
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