
Já sabíamos que as velhas Finanças, hoje Autoridade Tributária, se transformaram numa máquina de cobranças coercivas, numa empresa de cobranças do tipo Cobradores do Fraque. Mas sem fraque e sem maneiras...
Não sabíamos é que o negócio está a correr tão bem. Cresce tanto que já representa 11% de toda a sua actividade.
O combate à grande fraude é que deixou praticamente de existir. Se calhar entregaram essa área aos grandes gabinetes de advogados... Eles tratam bem dessas coisas. E doutras, porque no primeiro semestre os gastos do Estado em advogados aumentou em 80%. Por ajuste directo, para ser mais bonito!
Como é que a AT começou a cobrar dívidas que não têm nada a ver com a sua esfera natural de poderes?
ResponderEliminarVejamos, há um sujeito que me deve 700€ há dez anos. Ajudei-o numa altura difícil, sem papéis, sem contrapartidas - a não ser, evidentemente, que me pagasse logo que possível. É claro que com a AT a ameaçar uma penhora da casa ou do ordenado, decerto que já teria sido possível. Que remédio. Será que posso contratar a AT para me cobrar essa dívida?
Para quê combater a grande fraude? Bastam uns apagões aqui e acolá e nem é preciso fraude.
ResponderEliminarPois. Assim também não ficam com tempo para aprimorar os serviços eléctricos...
ResponderEliminarVale a pena tentar...
ResponderEliminarNão se querem aprimorados, interessa apenas que sejam lucrativos e para isso se fala em Nós de Pinhel e em Bilros de Peniche e em Agulhas de Nisa... rendas, rendas portuguesas!
ResponderEliminarAo contrário da AT, não seria capaz de destruir uma vida por 700€.
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