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Os incêndios regressaram, e com eles se encheram as primeiras páginas de todos os jornais de hoje, como se abriram os noticiários da rádio e da televisão de um fim-de-semana de aflição.
Incêndios, outra vez! E outra vez nos mesmos sítios, nos mesmos lugares, com as mesmas pessoas de há dois anos. E de sempre: Vila de Rei, Mação, Sertã... Falta Oleiros. Que se passará com Oleiros?
Outra vez falta de meios. Outra vez descoordenação. Outra vez as mesmas palavras de sempre. Outra vez criminosos à solta. Porventura os mesmos, outra vez.
Sem políticos no terreno, a atrapalhar e a meterem os pés pelas mãos. Desta vez.
Só espero que não haja mortes, outra vez, como decerto o senhor também não deseja.
ResponderEliminarMas lembro-me bem como logo em 1974, no primeiro verão sem os velhos abutres, e sem censura, descobri de repente que este era um país de incendiários. Naturalmente, com a democracia foram aumentando até chegarmos - só depois de 2015, claro! - a este estado de crime permanente. A culpa já se sabe de quem é, em última instância...
Daqui até às eleições vai ser um fartar vilanagem.
Parece que logo que volta a crescer qualquer coisa, arde de novo. Daqui a uns anos será Pedrógão outra vez.
ResponderEliminarAcho que Pedrogão não volta a acontecer por duas razões - impactantes e tristes:
ResponderEliminar1 -a desertificação fará que não morra tanta gente (e isto embora positivo deixa o País - o interior - ao abandono e (ainda mais) à mercê do mal)
2 - nunca mais se deixará crescer natureza para algo daquela dimensão; porque ano sim, ano não, sempre que houver eleições, e/ou sempre que se sentirem esquecidos de toda a atenção, que recebem nestas alturas, voltam a pegar fogo.
O fogo tornou-se uma Arma. Cobarde, Ignóbil, Devastadora e... impunível
Porque será que "nunca" são descobertos os incendiários? Digo "nunca" porque os poucos que são apanhados ou são "malucos" ou têm o "vicio do fogo". Assim, os tribunais, muitíssimo benevolentemente mandam-nos para casa ou, quando muito, com a condição de se apresentarem nos tempo quentes.
ResponderEliminar"Mas cadé os outros? "
Não há acasos. Estejam atentos aos negócios do Lítio..
ResponderEliminar"Sem políticos no terreno, a atrapalhar e a meterem os pés pelas mãos. Desta vez."
ResponderEliminarPois… estavam todos a congeminar a nova tática já com base na maioria absoluta num congresso qualquer, de já muitos congressos, para apresentação dum programa qualquer, de já muitos programas... a vomitar mais do mesmo.
E desta vez, bem que pode esse gorila alfa ir de férias descansado, porque o tio Celito já disse que isto de ir aos locais ardidos.. só depois de tudo ardido. O que vai levar tempo, obviamente, pelo que só lá para a altura das eleições é que se faz o balanço.
O povo que sofre? Esse que se fo#a muito bem.
Falta de meios? Não parece, tantos foram os recursos humanos e materiris mobilizados Falta de organização? Não sei, embora admita que não é fácil gerir uma situação desta dimensão. o que não falta sao os agoirentos a explorar os dramas pessoais, gente de microfone na mão e de pergunta fácil , do género, "e no pior cenário o que pode acontecer?" A merecer a resposta, "podemos estar todos mortos". O que falta de certeza é um grande debate sobre o povo que somos, como nos tornamos num bando de incendiários, com a justiça a assobiar para a frente...
ResponderEliminarHá é que eliminar os advogados que protegem os incendiários e as organizações que operam, em anos eleitorais, para estas coisas. 38 engenhos incendiários encontrados na região de Castelo Branco e Santarém. Trinta e oito que terão sido colocados entre as 13 e 14:30 do passado dia 20 de Julho. Em 18 de Outubro de 2017, a GNR deteve, em flagrante, o ex-vice-presidente da JSD de Castelo Branco, com uma mochila com palha seca, um maçarico, com 4 botijas, e o telemóvel com 13 sítios marcados, onde 8 fogos tinham aparecido, nessa tarde. Depois de o grupo de advogados do PSD, de Seia, onde trabalham 25 deputados do PSD e 4 do CDS, ter arranjado maneira de eliminar a testemunha ocular (o piloto de um helicóptero, que estava a combater um incêndio e se desviou, a pedido da protecção civil para verificar um sítio onde tinha acabado de surgir um fogo, os advogados descobriram que o piloto não pediu autorização à NAV para se afastar da zona dos fogos), o tipo saiu em liberdade. Entretanto, as provas foram enviadas para o Porto, para serem analisadas. Depois de darem entrada na Rua Assis Vaz, foram registados e mais ninguém os voltou a ver. Ainda hoje a PJ está a tentar perceber porque é que 2 caixas entraram na sua directoria e desapareceram, sem deixar rasto.
ResponderEliminarEspero que o mesmo não aconteça a estes 38 engenhos... é que alguns não rebentaram e podem ter provas para apanhar o grupo de pessoas que provocou estes incêndios, tentando evitar que voltem a fazer o mesmo, depois do que fizeram em Oliveira do Hospital e no pinhal de Leiria.
Rochinha, és tamanho!
ResponderEliminarEsqueceste-te de acrescentar que todos aqueles advogados desse imenso escritório de Seia foram os gajos que gamaram a sucata do paiol de Tancos e que as caixas que entraram na PJ eram, uma com garrafosas de whisky e a outra com as recomendações do monhé para recuperar aquela sucata, propor o mongoloide do Centino para chefe do FMI, ordenar a invasão à ordem dos enfermeiros, etc. És tamanho, ó Rochinha.
1.500 bombeiros no terreno de operações?
ResponderEliminarFónix! O povinho queixa-se que não vê nem um.
Devem ter ido para os states vêr o benfica.
Estavam á espera de quê? continuem sem fazer a limpeza dos pinhais e mantenham os loucos á solta e no fim vão ver o que resta.
ResponderEliminarA pena de morte foi abolida mas, para incendiários que repetem o ato mais do que uma vez intencionalmente, deveria ser a medida a tomar. Também e para não ser tão reles, o melhor será confiscar todos os bens materiais e monetários e responsabilizar os familiares que omitem que o elemento do seu agregado está doente, o incendiário deveria trabalhar gratuitamente até conseguir restituir o valor do bem ardido aos proprietários, de forma a ressarcir o valor. Também e por saber que é um jogo de interesses a pena deveria ser igual para quem fomenta tais comportamentos. Uma outra questão, o preço da madeira ardida deve ser igual a madeira em boas condições.
ResponderEliminarPor carga de água é que o António Costa se deveria preocupar com os incêndios?! O seu clube querido foi campeão, nos últimos tempos andou mais de metade do pais distraído com a transferência do João Félix, a prioridade de qualquer partido politico quando é eleito para governo é retribuidor com favores e prestar contas a quem os financiou a(s) sua(s) campanha(s). Portanto Portugal é Lisboa e o resto que se foda….
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