
Não sei se Rui Rio ganhou o debate - e até tendo a achar que sim, na medida em que superou as expectativas gerais - mas não tenho dúvida que ganhou o pós-debate: "combinamos que não falaríamos no fim, e eu cumpro"!
António Costa veio depois e falou. E por isso perdeu. Não cumpriu!
Sabe-se que a nossa política não prima pela valorização do cumprimento. Mas, ao falar - rompendo um compromisso - sem dizer nada, Costa perdeu mesmo!
Acho eu... que valorizo estas pequenas coisas... Nem sempre assim tão pequenas, mas enfim...
Em princípio concordo consigo na crítica ao não cumprimento do acordado. Não assisti e por isso não sei se Costa terá interpretado erroneamente o comportamento de Rio quando abordado pelos repórteres. Mas não me espanta nada nele que seja como o senhor diz. Condiz com a pouca crença minha nos políticos, sobretudo os que têm êxito. Mas estas coisas também se têm passado em situações muito mais graves e não me recordo que se levantasse uma crítica sequer. Estou a pensar, por exemplo, no agrément que Passos deu ao PEC IV de manhã e no volte-face à hora de almoço. Enfim, foi só a vinda da Troika e o pretexto para ir além da Troika...
ResponderEliminarO senhor "anónimo" (já de si este nome não abona à frontalidade...), vai buscar situações que nunca foram bem explicadas, na altura em que, alegadamente, ocorreram, quanto mais agora, 9 anos passados! Não, senhor "anónimo" não foi esse "facto jornalístico" "criado por certo tipo de comunicação social, que ocasionou a vinda da "troika" para Portugal. Foi, é e será sempre a "banca rota" provocada pelo Governo Sócrates (do qual o Sr. Costa era o nº 2). Foi, é e sempre será, o facto de o Ministro das Finanças de Sócrates, Teixeira dos Santos ter afirmado, em conferência de imprensa, que a situação financeira do país não deixava margem para outra opção que não fosse a Intervenção externa do FMI e da UE. Isto terá sido tornado público sem o 1´Ministro ter sido avisado com antecedência. Depois, Sócrates não tinha outra alternativa que não fosse chamar a "troika". PORQUE FOI ELE, Sócrates, QUE A CHAMOU! Lembra-se, Sr. "anónimo"?
ResponderEliminarO anónimo que acabou de fazer o seu comentário, contra o anonimato, tem nome: chama-se António Sousa. Pelos vistos quem escreve neste blog é sempre anónimo! Nunca lhe pedem a identificação...
ResponderEliminar"O anónimo que acabou de fazer o seu comentário, contra o anonimato, tem nome: chama-se António Sousa."
ResponderEliminarComo sabe isso? Ou está só a inventar?
Queixa-se dos anónimos mas comenta em anónimo.
ResponderEliminarO anónimo que identificou o comentador é o próprio António Sousa!!!! Só que não existe forma de nos identificarmos quando comentamos alguma coisa! Não repararam nisso? Todos aparecemos como anónimos! Se quisermos que o nosso nome apareça, temos que escrevê-lo no texto, como eu fiz.
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