sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Geringonça (2015-2019)

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É finalmente oficial: a geringonça morreu. Não há geringonça 2.0!


Os últimos meses da legislatura já lhe davam pouca vida e a campanha eleitoral ligou-a à máquinaque, que os resultados de domingo desligaram. O que se passou nesta semana não foi mais que a gestão do anúncio oficial de uma morte certa, a lembrar o que sucede no desaparecimento dos caudilhos das ditaduras, em que guardam os cadáveres em arcas frigoríficas durante um certo tempo para acautelar reacções e evitar sarilhos.


No caso da morte da geringonça não foi necessário que esse tempo se prolongasse muito, uma semana de cinco dias chegou. Foi o tempo suficiente para que umas coisas extraordinárias fizessem caminho.

3 comentários:

  1. O PS escolheu o lado do patronato e da direitalha. Por isso não votei PS.

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  2. Quando vi o nome de Carlos César como fazendo parte da equipa de negociação inicial, soube logo que não seria possível qualquer acordo com ninguém...

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  3. Sim, foi como pôr a raposa a guardar o galinheiro.

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