
Foram condenados a penas entre os quase 10 e 13 anos de prisão, nove dos doze independentistas catalães envolvidos na preparação e execução referendo separatista sobre a independência da Catalunha, em 2017, por esta altura do ano.
As penas ficam longe dos 25 anos reclamados pelo Ministério Público, que somava a acusação do crime de rebelião à lista de crimes em julgamento. Caiu a rebelião, mas não caíram as outras acusações, como a sedição, ou o estranho desvio de fundos públicos.
E ainda não chegou a Puidgemont, que sorrateira e atempadamente se pôs ao fresco ... Nem ao fim esta história a que uns chamam de presos políticos, e outros políticos presos.
Pior que isso, é não cair a discussão em pleno Palácio da Moncloa - o Estatuto da Autonomia já não serve para algumas nações do Reino. Está desadequado, e foi a sua não revisão em 2006 que os trouxe a este estado de ruptura. E sem um Governo pleno, a questão será adiada mais uma vez.
ResponderEliminarPara a direita espanhola esse não é um problema. É preciso é que haja capacidade de repressão. Se houver repressão, não há problema...
ResponderEliminarSe houver repressão, o problema rebenta noutras costuras.
ResponderEliminarNão deves ter lido isto. Devagar, instalam-se. Talvez tenha sido um abre-olhos e venha a ser benéfico. Porque toda a repressão tem reacção, e esperemos que não sejam apenas os répteis a ter sangue frio :)
https://sarin-nemlixivianemlimonada.blogs.sapo.pt/mientras-tanto-en-madrid-99495
Mas isso é o que tu achas. E eu também.
ResponderEliminarA direita espanhola, não. Não acha nada disso.
Bem sei que não. O que parece provar que não lêem os sinais - ou que se sentem respaldados nalguma força que nos escapa à vista desarmada.
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