
Depois da tempestade que se sucedeu à abstenção da deputada do Livre na "condenação da nova agressão israelita a Gaza", votada na sexta-feira na Assembleia da República, veio a bonança, com tudo a ficar-se por um problema de comunicação: "A Assembleia do Livre reconhece que todos os nossos membros, apoiantes e eleitores olham para as declarações dos últimos dias com perplexidade. Assumimos as dificuldades de comunicação ... que estamos a trabalhar em conjunto para resolver".
A "perplexidade" extravasa agora os "membros, apoiantes e eleitores" do Livre. É que, até agora, os problemas de comunicação da Joacine circunscreviam-se à emissão. Mas afinal não são menores na recepção. Nem no armazenamento... E a isso já não se chama gaguez...
Ridículo.
ResponderEliminarPenso que é mesmo um problema de comunicação - mas, ao contrário do que os envolvidos dizem, não vejo que tenha algo a ver com os canais usados.
ResponderEliminarE agora parece que já há também problemas de segurança...
ResponderEliminarEu diria problemas de excesso de confiança - incluindo na CS, que agora tem a Joacine como cabeçalho.
ResponderEliminarEstá bem que a moça se presta à festa, mas quando lhe comerem a carne e cuspirem os ossos, veremos quem é chacal.
Nisto tudo, não percebo o que se passou e passa na cabeça do Rui Tavares.
Acho que o que lhe passa pela cabeça é mesmo isso: "o que é que me passou pela cabeça"?
ResponderEliminarMais a sério: estes projectos políticos, muito abertos e participativos, como foi o caso do Livre (repara que digo "foi", com isto o Livre já era) são muito bonitos e saudavelmente democráticos. Mas sofrem da ingenuidade de esquecer as lutas de poder, intrínsecas à condição humana. Infelizmente!
O problema do costume. Lá volto eu a ser anónimo...
ResponderEliminarConcordo. E subscrevo.
ResponderEliminarSim, o Livre já foi. É pena, fazem falta partidos abertos.