
Carlos Silva, o líder da UGT, não conseguiu esconder a ciumeira pela proposta de condecoração de Arménio Carlos lançada pelo primeiro-ministro António Costa, e logo carimbada pelo Presidente Marcelo, lá longe, na Índia.
Não é caso para menos: "então ando eu aqui há anos a assinar acordos com o governo e com os patrões, ando eu aqui a segurar a concertação social que o governo tanto aprecia, e à primeira oportunidade, só porque se vai embora e sai de cena, vão condecorar este tipo que esteve sempre do contra, e nunca nem um jeitinho lhes fez"?
Moral da história: há papéis que não servem para mais nada que descartar; os fantoches nunca passam de bonecos de teatro, e "Roma não paga a traidores"... . Ou não gosta de pagar!
Coitado do senhor...
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