quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Cada vez que abre a boca...

Vídeo: Jorge Jesus - «Hoje qualquer coisa que se diga contra um negro é  racismo» - Visão de Mercado


 


O futebol ficou mais uma vez manchado por mais um episódio racista. Aconteceu no desafio entre o PSG e o Instanbul Basaksehir, e foi protagonizado por um elemento da equipa de arbitragem romena, tendo por alvo o treinador adjunto da equipa turca, o camaronês Pierre Webó.


Decorria o minuto treze de jogo, e os jogadores de ambas as equipa decidiram abandonar o relvado. O acontecimento correu mundo, a UEFA, condenou veementemente o acontecimento e marcou o jogo para esta tarde, com nova equipa de arbitragem. O PSG ganhou por 5-1 e apurou-se para os oitavos de final da Champions, empurrando o Manchester United para fora da competição.


Mas isso é o que menos importa nestas circunstâncias. O jogo de hoje iniciou-se com uma impressionante manifestação contra o racismo das três equipas em campo, e esse foi o tom de toda a gente do futebol mundial durante todo o dia. Com uma excepção - Jorge Jesus. Que, instado a comentar o sucedido na conferência de imprensa do pré-match relativo ao jogo de amanhã, na Bélgica, respondeu com uma série de chocantes alarvidades que me abstenho de reproduzir.


Não acredito que Jorge Jesus seja misógino, que disse nem saber o que é. Acredito que não saiba, e que isso nem conste do seu vocabulário. Talvez não saiba também o que é racismo, e mesmo assim acredito que não seja racista. É simplesmente um ignorante que não se sabe comportar. E burro, porque nunca aprende nada. Como é que lhe poderia ter passado pela cabeça alguma vez treinar uma equipa de um grande clube europeu, e ganhar a Champions?


Infelizmente é com as cores do Benfica no corpo que acontecem as mais graves manifestações da sua ignorância, e que mais expressão dá à sua dimensão troglodita. E não há nada que apague isso!


Acredito que, com um Presidente à altura do Benfica, à saída da conferência de imprensa teria um dedo a apontar-lhe a porta da rua.

6 comentários:

  1. Existe muita gente que sao mais inteligente que.jorge Jesus que foram e continuem a ser dos piores racistas e fingem que nao sao!??

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  2. UMA CONSTATAÇÃO SIMPLES E ÓBVIA QUE NÃO INTERESSA AO EUROPEU-DO-SISTEMA DO SÉCULO XXI:
    - a prioridade no acesso a reformas antecipadas (nota: sem descurar sustentabilidade) deve ser concedida (não a esta ou aquela categoria profissional... mas sim...) às pessoas que têm filhos: não é apenas o trabalho de criar os filhos... é, sobretudo, uma vida de stress psicológico: a preocupação que os seus filhos não estejam doentes, a preocupação que os seus filhos não tenham acidentes.
    .
    NOTA:
    Ao contrário dos boys e girls da supremacia demográfica, os Identitários não estão interessados em 'corridas demográficas'... no entanto... estão interessados em sustentabilidade demográfica; nota:
    —»» promover a Monoparentalidade (sem ‘beliscar’ a Parentalidade Tradicional, e vice-versa) é evolução natural das sociedades tradicionalmente monogâmicas!!!
    Explicando melhor:
    – urge dar incentivos à disponibilidade emocional do indivíduo... isto é, ou seja, a SEXO, ORIENTAÇÃO SEXUAL, ESTADO CIVIL É IRRELEVANTE... importante mesmo é a disponibilidade emocional do indivíduo para criar/educar crianças!!!
    [exemplos de incentivos: acesso a barrigas de aluguer, acesso a bancos de óvulos, creches municipais a funcionar 24 horas por dia, etc]
    -» ver blog: http://tabusexo.blogspot.com/
    .
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    O BANDO DE PASPALHOS QUE NÃO GOSTAM DE TRABALHAR PARA A SUSTENTABILIDADE QUE SE ENTENDAM COM OS BOYS E GIRLS DA SUPREMACIA DEMOGRÁFICA:
    - DISTÂNCIA/SEPARATISMO DESSE PESSOAL!
    .
    O europeu-do-sistemaXXI não gosta de trabalhar para a sustentabilidade:
    - trabalhar para a sustentabilidade demográfica -» NÉPIA: ele prefere vender-se aos boys e girls da supremacia demográfica (são fornecedores de 'salvadores da demografia');
    - trabalhar para a sustentabilidade laboral -» NÉPIA: ele prefere vender-se aos boys e girls da supremacia demográfica (são fornecedores de trabalhadores em profissões que o europeu-do-sistemaXXI não quer ver valorizadas socialmente).
    [nota: sem igualitarismos, no entanto, todas as profissões (incluindo a mão-de-obra servil) devem ser valorizadas socialmente]
    .
    Os boys e girls da supremacia demográfica, em conluio com os seus boys-toys (o europeu-do-sistemaXXI), PRETENDEM INSTITUCIONALIZAR O ÓDIO ANTI-IDENTITÁRIO:
    --»» exemplo 1: acusam de «racistas» os povos que não estão interessados em corridas demográficas:
    - ou seja, os povos que investem em filhos no sentido que eles tenham boas condições de trabalho... quer trabalhem (ou não) como mão-de-obra servil;
    - ou seja, os povos não interessados em receber a abundância de mão-de-obra servil que os aspirantes a donos da demografia estão disponíveis para fornecer.
    --»» exemplo 2: acusam de «racistas» a mão-de-obra servil que protesta afirmando o óbvio:
    - "num planeta aonde mais de 80% da riqueza está nas mãos dos mais ricos, que representam apenas 1% da população, quem deve pagar a ajuda aos povos mais pobres é a Taxa-Tobin e não a degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil de outros povos";
    --»» etc...
    .
    .
    .
    Os Separatistas Identitários não estão interessados nos 'tiques-dos-impérios' dos nacionalistas, nem em nenhuns tiques-dos-impérios... mas sim, em LIBERDADE, isto é:
    – todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta -» inclusive as de rendimento demográfico mais baixo, inclusive as economicamente menos rentáveis.
    Leia-se: Os ‘globalization-lovers’, UE-lovers, etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa: SEPARATISMO IDENTITÁRIO!
    [blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/]


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  3. Há coisas que eu, sinceramente, não entendo. Adorava que me explicassem e os blogues podiam ser para ajudar os ingnorantes como eu.
    O que ouvi nos noticiários (ou compreendi mal?) foi que o árbitro disse preto somente para identificar a pessoa. Isso é racismo? Não entendo! Então quando Arménio Carlos disse "o escurinho" para identificar uma pessoa foi racista?? Se eu for assaltado e tentar identificar o agressor pelas características físicas (é gordo, é baixo, é loiro, é branco, é preto) estou a ser racista? Devo fingir que sou daltónico e não distingo as cores?
    Eu acho que esta maneira de pensar só ajuda o Chega. Porque o André Ventura, nestas e noutras coisas, vai directo ao que muitos cidadãos enxergam. Põe os problemas de maneira errada (no meu entender) mas isso já é muito mais difícil de detectar pelo eleitor comum, possivelmente desatento dos acontecimentos políticos e até com pouca cultura. Por isso ele sobe nas sondagens.

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  4. Mais uma colisa: acho certo o que Jorge Jesus disse. Por exemplo que não viu, que não estava lá. Que tudo (ou quase) é interpretado como racismo.
    É difícil falar: no que quer que eu diga, escrutinado bem, consegue-se sempre encontrar racismo, ou sexismos, ou homofobia, ou islamofobia, xenofobia, etc. etc. O menu é variado. O melhor é estar calado: assim não se peca (Jorge Jesus devia ter percebido ido isto). Mesmo assim seria criticado por não condenar o racismo. Nem calado .....

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  5. Interpretar as palavras do árbitro como simples forma de identificar é uma opção, não nego. Mesmo assim creio que concordará que, naquelas circunstâncias, identificar uma pessoa pela cor da pele, constitui um acto de descriminação.
    Concordo que nem sempre seja fácil definir a fronteira entre "o politicamente correcto" e a efectiva descriminação, seja ela racial, de género, ou de outra natureza qualquer. E concordo consigo que isso contribui para a agenda do Chega, no contexto que refere. Mas, como diria o outro, "é a vida".

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  6. Voltamos aqui à tal fronteira que eu referia no comentário anterior. Lembro do que se passou com o Bernardo Silva, em que uma brincadeira nas redes sociais com o amigo Mendy lhe custou uma pesada penalização desportiva. A questão é o "mediatismo", e saber lidar com ele. A exposição mediática implica obrigações. Não é a mesma coisa exprimir-mo-nos em privado e em público. Se as redes sociais (no caso da brincadeira do Bernardo) nos podem levar a admitir que possamos estar no nosso círculo privado - e sabemos que não é assim - uma conferência de imprensa (no caso do JJ) não deixa margem para qualquer dúvida.
    Jorge Jesus poderia dizer o que disse, como pode até fazer sucesso com a sua ignorância, em privado. Em directo para o mundo inteiro, e em representação institucional, não pode. Não pode neste caso, como não pode em todos os que tem protagonizado.

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