
O Benfica entrou no lastimável relvado do Jamor - a quem interessa esta prolongada degradação do Estádio Nacional? Presumo que interesse a quem interessa retirar de lá definitivamente, sem apelo nem agravo, a final da Taça - debaixo de fortes expectativas de recuperação. As últimas exibições, mesmo que a espaços, alimentavam alguma esperança na recuperação, pelo menos, de um nível exibicional minimamente compatível com os pergaminhos e a História do Benfica.
Rapidamente percebemos que as expectativas seriam goradas, e que a esperança teria de esperar por melhores dias. A equipa entrou a repetir tudo o que de mau tem vindo a fazer ao longo da época. A passo, passes para trás e para o lado, e mesmo assim falhados, boa parte das vezes. Sem ideias, sem querer e sem crer. E sem rematar.
O primeiro remate surgiu já a primeira parte ia a meio. E com ele a primeira oportunidade, das duas que o Benfica criou nos primeiros 45 minutos. Tantas quantas as da equipa do B SAD, que se sentiu sempre confortável com as suas duas linhas defensivas muito juntas, e com o adversário exclusivamente apostado em explorar o espaço entre elas que, assim, obviamente não existia. Como por ali ninguém passava, bastava aos de azul esperar pelos passes errados ou que a bola acabasse por sobrar no meio daquelas barreiras defensivas para lançar as suas saídas para o ataque.
Tudo muito fácil para os rapazes de Petit e, ao invés, muito difícil para os de Jesus. E para a recuperação em que ainda queremos acreditar.
Na segunda parte tudo foi diferente. Nem sempre muito bom, mas diferente. O Benfica regressou dos balneários a perceber que não havia espaço entre as linhas adversárias, mas que ele estava atrás delas. E que, se era lá que estava, era lá que o tinha de procurar. Chamam-lhe os entendidos o ataque à profundidade. Mas é mais fácil do que aquilo que os entendidos querem fazer crer: é uma simples questão de visão, de ver o espaço onde ele está, em vez de insistir em procurá-lo onde ele não está. E depois um bocadinho de velocidade a procurá-lo.
De repente o futebol do Benfica transformou-se, e o jogo passou a ser outro, sem nada a ver com o que fora a primeira parte. Em 10 minutos chegou ao primeiro golo, por Seferovic, com assistência de Grimaldo. O segundo, com o suíço a bisar, desta vez servido por Diogo Gonçalves, tardou apenas mais três. E o terceiro, o primeiro de Lucas Veríssimo, com nova assistência do espanhol, mais seis minutos. E ainda com tempo para, de permeio, poder fazer mais dois golos. Três golos em 9 minutos, com três assistências dos laterais, e mais três ocasiões para fazer outros tantos, antes de passar à fase de gerir o jogo e o resultado, o mais gordo de há uns largos meses para cá.
E de novo a esperança que o imprescindível segundo lugar ainda possa ser possível, e que a Taça possa ser ganha, para ganhar qualquer coisinha nesta época. Que era de arrasar!
Moises:Que vergonha de treinador..
ResponderEliminarnos últimos 10 minutos entrou mais dois defesas a ganhar por 3 -0. e ainda diz que a equipa não está a tremer. abaixo do quinto lugar e garantido e o vieira vai se obrigar a mandar-lo embora .. vergonha
Ele vai arrasar é os cofres do benfica
ResponderEliminarHá que tempos os cofres do Benfica já estão arrasados.
ResponderEliminarNão se deixe levar pelas conversas dos "doutores" Calado, Guerra e outros que tais de igual teor ou parecida qualidade.
Explicações de Jorge Jesus, o génio, eufórico pela "retumbante" vitória sobre o Belenenses.
ResponderEliminarFomos a única equipa a dar três ao Belenenses.
Esqueceu-se de dizer que foram a única equipa a levar três do Boavista.