quarta-feira, 24 de março de 2021

Selecção cinzenta


A selecção nacional entrou a ganhar nesta competição de apuramento para o Mundial do Qatar. Esta é a única nota positiva deste jogo com o Arzebaijão, que conta como jogo em casa, mas que se disputou em Turim, no Estádio da Juventus, de Ronaldo (o que talvez explique alguma coisa...) por força das coisas estranhas desta pandemia.


A exibição da equipa portuguesa foi simplesmente decepcionante, com uma primeira parte muito fraca, e uma segunda genericamente muito má. Valeu um auto-golo, para ganhar o jogo. E era mesmo a única forma de o ganhar, tinha de ser um jogador azeri a marcar, na equipa nacional não havia quem o pudesse fazer. Porque simplesmente não conseguiu criar oportunidades de golo.


É certo que o guarda-redes da selecção do Arzebaijão -108ª do ranking  da FIFA, onde a portuguesa é a quinta -fartou-se de defender. Mas não passou por qualquer dificuldade, as bolas foram todas direitinhas às suas mãos, aos pés ou às pernas.


Foi uma exibição paupérrima da selecção nacional, sem velocidade, sem intensidade, e sem ideias. Mas também sem estratégia. A constiuição da equipa inicial pareceu logo estranha, mesmo que se tivesse de dar o benefício da dúvida a Fernando Santos, pela fragilidade do adversário e pela densidade do calendário competitivo, com três jogos em 6 dias. Se foi assim, foi uma ilusão do seleccionador nacional, que provavelmente passou para os jogadores.


Quando na segunda parte quis emendar a mão, já era tarde. Os dados do jogo estavam lançados, e sabe-se que nem sempre é fácil alterar a dinâmica de um jogo lançado em ritmo baixo e displicente. Das três substituições para alterar o rumo do jogo (as duas últimas, já no fim do jogo foram para queimar tempo) - primeiro, logo ao intervalo, Bruno Fernandes para o lugar de Moutinho, depois Rafa, para o de Pedro Neto (!!!) e, já muito tarde, de João Félix para o de André Silva - apenas a última trouxe algumas melhorias ao jogo da equipa portuguesa.


No próximo sábado, em Belgrado, a equipa terá de jogar muito mais para os dissabores não chegarem ao resultado.


 


 

16 comentários:

  1. Nenhuma das alterações trouxe algo de novo ao jogo. O que mudou e, por conseguinte, proporcionou algumas oportunidades na parte final do jogo foi a atitude da equipa Azeri que avançou mais no terreno dando mais espaço aos avançados portugueses. Não fosse isso e teria continuado tudo na mesma. Futebol lento e repetitivo.

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  2. O futebol é cada vez mais só, mas só corrupção...continuem a ver o futebol e o big brother e depois queixem-se... assim vão longe, tão longe como espero que a selecção não de todos nós, porque minha não é certamente (basta ver quantos jogadores nasceram em Portugal) mas sempre distrai os pacóvios e os treinadores de bancada, os bêbedos e quejandos...tristeza

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  3. quem escreveu este texto claramente nao sabe ver futebol

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  4. Mas a selecção alguma vez jogou muito bem?
    Vive de fogachos e nada mais.

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  5. A selecção do Ronaldo ficou-se por um golo caído do céu e por uma exibição fraca, como é habitual cada vez que se joga não em equipe mas para um individuo, não está em causa as suas qualidades mas o desempenho do grupo cuja preocupação é canalizar o jogo para mais um record. O titulo de Campeões Europeus foi ganho sem o astro em campo, a qualificação para o torneio das Nações, que foi ganho, foi um percurso feito sem a sua presença, quando se jogou para o 3º e 4º lugar do Campeonato do Mundo, como eram lugares menores a estrela não jogou. Há que dar lugar a outros e não alimentar egos, só que o cargo de seleccionador estaria em equação se em face de um fraco desempenho fosse substituído, assim como se não incluísse no jogo algumas "vacas sagradas". Esta opinião poderá ser uma blasfémia para alguns, mas é o que se tem verificado em determinadas alturas, a selecção já provou por mais do que uma vez que joga muito melhor e mais descontraída quando não tem a preocupação de canalizar o jogo para determinado jogador, no caso em questão CR7.

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  6. "...continuem a ver o futebol e o big brother e depois queixem-se... assim vão longe,"
    E, porventura, caro As nónimo das intenções salvadores das almas desencaminhadas deste mundo, que lhe interessa, ou em que isso contribua para a sua felicidade que as pessoas vejam ou não vejam?
    Em meu entendimento acho que não fica mais rico nem menos pobre com as vicissitudes existenciais dos adeptos do futebol. Ou não?

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  7. Uma miséria o futebol mostrado. Nenhum se aproveitou, exceptuando o R. Dias que perto do final salvou um golo feito do adversário.
    Alguns laivos de perfume com a entrada do Félix, porque de resto miséria neste jogo já é avaliar muito por cima.
    E para completar a vergonha vem o iluminado do Fernando Santos dizer que o importante era ganhar.
    O 5º classificado do ranking e campeão europeu em título contra o 140º classificado, e o importante era ganhar.

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  8. E assim lá se vai criando já o sonho de conquistar o Mundial... Em boa verdade, sonhar é muito bom, mas só depois de acordar... E quem até ontem nos foi contando o seu sonho, hoje deve estar com uma enorme vontade de voltar a adormecer...

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  9. Quando o selecionador na entrevista diz que o título mundial é o título que falta ao Sr. Ronaldo... Está tudo dito. O Sr Ronaldo não deve ter sido selecionado quando ganhámos os outros mundiais.
    Mente pequena que não pensa na equipa.

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  10. Vá-se encher de moscas.

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  11. É isso, aquele com tromba de bébé chorão, o pizzi, se entrasse... foi pena.

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  12. Zezito, vai assoar esse ranho.

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  13. Paulo Jorge. Este selecionador só sabe defender, mais nada. E quando o Ronaldo não marca golos, mais ninguem marca. Vi o resumo e chega, para mais não tenho paciencia. É um futebol sem pés nem cabeça, os jogadores correm de um lado para o outro desorientados como as galinhas. Nos seus clubes jogam bem pela seleção jogam mal. O mal está no selecionador não está nos jogadores.

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