Conhecido o Relatório da Inspecção Geral de Finanças, que concluiu pela nulidade da indemnização que a TAP pagara à antiga administradora, depois Presidente da NAVE e, depois ainda Secretária de Estado do Tesouro relâmpago, Alexandra Reis, o governo "decapitou" o topo da administração da transportadora aérea nacional para, assim, dar por encerrado o caso.
Sabemos que Fernando Medina não tinha outra alternativa que não fosse entregar, na bandeja que o Presidente Marcelo lhe estendera, a cabeça da CEO, a francesa Christine Ourmières-Widener e do "Chairman", Manuel Beja. Mas, também sabemos, todos, que não está encerrado. Virou-se apenas uma página das muitas que ainda estão por folhear, e ninguém pode ainda dormir descansado.
Fernando Medina tem tudo para continuar com insónias e pesadelos. O pior, é que nós também!
Continua a fuga para a frente. Atão a CEO da TAP manda pagar a indeminização após parecer da sociedade do irmão do Presidente da República, pago a peso de ouro, justificando, pasmem-se que não havia no gabinete jurídico da Tap alguém com conhecimentos suficientes para se pronunciar sobre essa matéria. Ela , e bem descarta a sua responsabilidade, pelo que mais cedo ou mais tarde será indemnizada por esta trapalhada.
ResponderEliminarAs duas figuras acima apresentadas só por si, evidenciam tudo .
ResponderEliminarIncompetência e inutilidade também.
Pobre País que tem este tipo de personagens a governar.
Penso que no "meio" deste lamaçal que se perpetua desde os anos 80, o Sr Vale e Azevedo, antigo presidente do SLB, seria menos mau que esta gentalha...
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