
Depois de anunciada aos sete ventos a eleição de Aguiar Branco para a Presidência da Assembleia da República, com o declarado apoio do Chega ... saiu bronca.
Luís Montenegro, do "não, é não", acreditou na palavra de Ventura e, sobranceiramente, nem uma palavra sobre o assunto com o PS. Logo à primeira, no primeiro dia, e no primeiro acto da legislatura, viu-se o que aí está, e o que aí vem.
Aguiar Branco precisava de 116 votos para garantir a eleição. Ficou-se pelos 89. As contas são fáceis da fazer: 80 votos da AD, 8 da IL e ... mais um. André Ventura, como é costume, mete os pés pelas mãos. Começou por dizer que o voto é secreto, e que até poderiam ter sido os deputados do PSD a não votar no candidato para, no momento seguinte, justificar por que não viabilizou a eleição do candidato que anunciara apoiar, voltando à narrativa do "espezinhar" um milhão de portugueses.
Ficamos todos a saber, se é que já o não o sabíamos, que, qualquer golpe, qualquer habilidade, qualquer chantagem de Ventura que não resulte, são impiedosos pés esmagadores em cima de um milhão de portugueses. E ficamos também desde já a perceber a habilidade de Luís Montenegro para governar nas condições que resultaram destas eleições...
O resto é "uma vergonha". Como dizia o outro. Que não a tem, nem por onde ela passe.
O Ventura e a cassete do milhão de portugueses. 1,8 milhões de portugueses votaram no "vencedor" PSD, 1,8 milhões votaram no "perdedor" PS e 4 milhões abstiveram-se... Porque é que algum desses três grupos se haveria de submeter a uma minoria de burros movidos pelo ódio?
ResponderEliminarAndré Ventura chama ao PSD de "prostituta política" mas depois nem sequer está disposto a pagar pelo serviço que tanto quer...
ResponderEliminarPelo que avança um deputado do Chega, o partido recuou porque o PSD não aceitou subir as dotações mensais para as comissões de inquérito, de 3,6 milhões de euros, para 180 milhões de euros, mensais. Supostamente, Montenegro teria aceite dar 800 cargos a membros do Chega, assim como essa subida (LOUCA) de dotação orçamental para comissões de inquérito. Pouco antes da votação, Nuno Melo terá dito que não iriam aumentar as dotações e que o Chega ficaria a controlar 90% dos cargos dirigentes de todos os órgãos da Assembleia, quando a AD é que devia ficar a controlar os principais cargos. Daí que o Chega voltou atrás. É curioso ver deputados do Chega a dizer que o voto é secreto e vemos 38, dos 50, deputados do Chega irem mostrar o boletim a André Ventura, bem antes de serem chamados para irem depositar o boletim. André Ventura sabia 47, dos 50, votos do Chega. Só 3 deputados (talvez por serem chamados logo atrás de André Ventura e não terem tempo de ir mostrar em quem votam) não mostraram o boletim ao líder da seita.
ResponderEliminarNada de estranho. Ventura vive de prometer mundos e fundos a toda a gente, assinar 5000000000 contratos e nem cumpre 1. Depois faz-se de coitadinho porque os outros é que o enganaram, enquanto recebe 38 milhões de euros, vindos ninguém sabe de onde (é o deputado mais rico do hemiciclo, segundo as declarações de património, já entregues, por larguíssima margem). Curioso é que os 38 milhões não aparecem na declaração de impostos do líder do Chega. Seria interessante alguém questionar o líder da seita de onde apareceram aqueles 38 milhões de euros, pois não pagou 1 cêntimo de impostos sobre eles. Só posso supor que foi algum valor doado por uma empresa, sediada nalguma offshore, que opera com empresas de Malta, permitindo validar a entrada do valor na Europa, pagando zero de impostos. E lançam a narrativa de serem contra a corrupção...
E será interessante ver quando todas as declarações forem entregues, pois 33, dos 50, deputados do Chega, devem dinheiro ao estado português, 28 deles já em execuções fiscais, valores de 400 a 583000 euros, sendo que há 1 deputado que deve 126700 euros, desde 2019, de IVA e IRS, que foi para execução fiscal, pois o contabilista não possuía conta bancária, não tem património mas, desloca-se num BMW Z3, com matrícula de 2023, que é propriedade de um fundo de investimento imobiliário, sediado em Chipre e que não tem representação em Portugal e vive numa vivenda unipessoal T5, em Penafiel, registada por uma empresa de investimentos, sediada em Malta, com valor patrimonial de 541000 euros (valor de mercado próximo dos 3 milhões de euros).
Para não perderem os mandatos terão de pagar as dívidas, tal como fizeram 10, dos 13, deputados do Chega, na anterior legislatura. Logo após a tomada de posse, apareceu dinheiro para pagar as dívidas todas, ajudaram o estado e as contas públicas, para "não serem do sistema".
E porque é que algum desses três grupos agora exige os votos dos 50 deputados dessa "minoria de burros movidos pelo ódio"? Afinal o NÃO É NÃO mas depois na hora da votação vêm cá pedinchar os votos? ahahahaha
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