Catorze anos depois, com o apogeu da direita mais não sei quê a rebentar no "brexit" pelo meio, o Reino Unido vira à esquerda. Se assim se pode dizer, com a "vitória histórica" e "super-maioritária" dos trabalhistas de Starmer, até há pouco dado por perigoso esquerdista.
Pelo menos, por agora, a mais velha democracia do mundo, deixa de ter nos dois mais altos cargos do Estado duas personalidades não eleitas. É verdade: se a monarquia não é eleita, há muito que os primeiro-ministros também o não eram.
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