
Inglaterra e Espanha disputarão no próximo domingo a final do Euro 2024.
A Espanha, depois de ontem ter vencido a França. E convencido. E continuando a convencer, confirmando-se como a melhor equipa do torneio, o que se começou a perceber logo ao primeiro jogo. A Inglaterra, depois de hoje ter ganhado aos Países Baixos, numa meia final que ambas as selecções devem ao itinerário que lhes calhou em sorte na rota para Berlim. Curiosamente pelo mesmo resultado (2-1) e com a mesma evolução no marcador (ambas começaram por sofrer primeiro, e logo nos primeiros minutos do jogo).
Curiosamente, ainda, os dois jogos das meias finais foram resolvidos nos 90 minutos (os ingleses marcaram o golo da vitória mesmo no minuto 90), quando todas as selecções envolvidas vinham de apuramentos no prolongamento, e França e Inglaterra apenas nos penáltis. Isso mesmo: a Inglaterra venceu finalmente o fantasma dos penáltis, acertando todos os cinco penáltis com que eliminou a Suíça, bem melhor equipa ao longo dos 120 minutos. E de toda a competição, que eliminara a Itália com toda a naturalidade.
Enquanto a Espanha encanta desde o primeiro jogo, e exibe estrelas como Lamine Yamal, de apenas 16 anos (completará os 17 na véspera da final), o mais jovem de sempre a marcar numa fase final de uma grande competição (batendo o record de Pelé, em 1958, no Mundial da Suécia), Nico Wlliams, Rodri (provavelmente o melhor jogador da competição e, se isso fosse para levar a sério, forte candidato à bota de ouro), Fabian Ruiz, Dani Olmo, ou Pedri; a Inglaterra apenas desiludiu, reduzindo à banalidade estrelas como Bellingham, Bukayo Saka, Harry Cane, Foden, Rice, Mainoo ou Cole Palmer.
Enquanto a Espanha, no caminho mais difícil, chegou à final só com vitórias, ganhando todos os jogos que disputou (à Alemanha no prolongamento), a Inglaterra ganhou apenas metade deles. Ganhou o primeiro (1-0 à Sérvia), só voltaria a ganhar nos oitavos de final (à Eslováquia, por 2-1 no prolongamento, a que chegou depois de ter empatado no último segundo da compensação), e ganhou hoje a meia final - que acabou por ser o melhor jogo que realizou - ao minuto 90.
Se no futebol a lógica não fosse uma batata, a final de Berlim seria para cumprir a mera formalidade de atribuição do título europeu à Espanha. Mas como a lógica não cabe no futebol ... E num jogo tudo pode acontecer ... até pode ser a Inglaterra a ganhar.
Não acredito, mas pode!
Princesa Leonor tem hoje a 1.ª visita oficial a Portugal. Vai aos Jerónimos e ao Oceanário com Marcelo.
ResponderEliminarE no domingo vão ao cinema e comer pipocas.
Princesa Leonor tem hoje a 1.ª visita oficial a Portugal. Vai aos Jerónimos e ao Oceanário com Marcelo.
ResponderEliminarE no domingo vão ao cinema e comer pipocas.
Ou vêr o Espanha Inglaterra
Uma porca da realeza condecorada por um Presidente de uma República.
ResponderEliminarUma organização de futebol que expulsa Russos misturando desporto com política, mas não expulsa nazis ucranianos nem genocidas israelitas.
Uma final entre o país (Reino Unido) que tem andado entretido a bombardeado Iémen, e o país (Espanha) que ajudou Marrocos a invadir o Sahara Ocidental e a violar o direito humano desse povo à auto-determinação.
Um Portugal que apoia a invasão da Sérvia e a anexação do Kosovo e Srpska pela UE E NATO (com tropas invasoras e sem referendo), mas depois quer impôr a ditadura nazi-fascista de Kiev+Washington a quem vive no Donbass e Crimeia.
Um país que celebra Abril, mas tem censura, não sabe a verdade, não tem soberania, legaliza fascistas, abre as pernas a nazis e genocidas, recebe ordens de fascistas e corruptos não-eleitos e de criminosos de guerra imperialistas.
Nem um dia de luto a quem fez Abril, nem Maia nem Otelo, mas dia de luto para um fascista racista e criminoso (e provável agente dos EUA) chamado Navalny.
Um espanhol com a vida destruída por causa de um xoxo num momento de euforia. Mas um continente inteiro a glorificar durante o Europeu o violador de mulheres em Lãs Vegas.
Os salários miseráveis, a desigualdade pornográfica, e os assassinos da Geringonça (PS e MainStreamMedia de Direita ou mesmo extrema-Direita) a esfregar as mãos com discussões sobre descida de impostos. Num país de pobres, quem paga impostos? Os ricos. E quem garante que os pobres continuam pobres? Os ricos e poderosos. Portanto toca a manter os apoios dos ricos aos poderosos que baixa os impostos aos ricos, e a máquina de propaganda a continuar a fazer Sebastiões Bugalhos parecerem menos Pinochets do que realmente são...
Mas o SAPO dá destaque ao blog que fala da bola. O blog de um gajo que já me respondeu que não percebe o que está mal... É assim mesmo que se faz. Só se dá tempo de antena a quem faz a propaganda do regime, ou a quem é palerma demais para lhe fazer frente.
O ocidente está podre, a "elite" tuga adora a podridão, e o povinho usa o seu par de neurónios para falar de bola e fazer de conta que o regime não precisa de ser mudado violentamente!
Ao estado a que isto chegou, outra vez, meus caros Maia e Otelo. RIP Portugal.
O futebol é tão só "a coisa mais importante dentre as coisas menos importantes" - disse-o
ResponderEliminarArrigo Sacchi, que subscrevo. Só isso, meu caro. Pense nisso. Deixe o Sapo, e o blogue "deste gajo", em paz. E não misture alhos com bugalhos, que isso dá azia.