
Eriksson foi o melhor treinador que me lembro de ter passado pelo Benfica, e um gentleman único. Nunca houve outro assim. Nenhum outro sentiu a maldade e a impunidade como ele - foi na sua segunda passagem pelo Benfica, para quem não se lembra, que o "Far West" e a Sicília entraram na geografia do futebol português. Nem assim, nem nesse futebol sem lei, Erickson alguma vez perdeu a elegância.
É e será para sempre um de nós. Como lhe dissemos há pouco mais de quatro meses quando, felizmente, tivemos a oportunidade de nos despedir dele.
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