A nomeação de Fábio Veríssimo - vulgo Verdíssimo - para arbitrar o jogo da Supertaça, na próxima quinta-feira, foi a forma mais eloquente que o Conselho de Arbitragem, e a FPF, encontraram para o arranque da nova época de futebol.
Já não bastava a marcação da data do jogo, face à participação do Benfica no campeonato do mundo de clubes, e à disputa das pré-eliminatórias de acesso à Liga dos Campeões. Já não bastava a despenalização de Quenda e Debast. Era ainda preciso ser mais provocador, e nomear o mais ligado dos árbitros ligados ao Sporting.
Será este o sinal que os poderes do futebol, depois de tudo o que aconteceu na época passada, e em especial na sua parte final, têm para dar logo na abertura das competições da nova temporada?
Ou será apenas o Sporting a não querer perder a primeira oportunidade para a primeira demonstração de força? Para mostrar que tem o poder, e que nada, nem ninguém, lho tira?
Por outro lado, do do Benfica, apenas a mesma resignação, sem sequer estrebuchar. Sempre pronto a oferecer a outra face ... À espera que as mesmas coisas, nas mesmas circunstâncias, produzam resultados diferentes.
O Benfica fez um comunicado e na verdade nada mais pode fazer
ResponderEliminarPedro Cunha
Está dado o mote para a época que se inicia.
ResponderEliminarQuando se perde a dignidade tudo o mais vem por arrasto.
Cumprimentos e continuação de um excelente fim-de-dia
M.
Discordo, Pedro. No futebol em Portugal não é assim, como está mais que demonstrado.
ResponderEliminarÉ isso...
ResponderEliminarBoa noite.
qual é a opção? faltar ao jogo? processar o árbitro e/ou a FPF?
ResponderEliminarPedro Cnha
Por exemplo: colocar alguém "com peso", ou mesmo o próprio Rui Costa, nas televisões a tratar do assunto; exigir (valesse o que valesse, não importa) um árbitro estrangeiro, sob pena de apresentar a equipa B, ou a sub 23.
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