terça-feira, 15 de julho de 2025

Sinais dos tempos

Bairro do Talude: Famílias que viram as suas casas demolidas vão ficar em pensões, mas responsabilidade de encontrar casa é sua


Há não tantos anos assim, por esta altura, às portas de eleições autárquicas, os presidentes de câmara, à procura da reeleição, andavam em grande azáfama a entregar chaves de casas novas a gente que delas estava carenciada. Hoje vemos presidentes de câmara, à procura da reeleição, com bulldozers em vez de chaves, a desalojar gente carenciada sem lhes dar outra alternativa que o céu aberto.


E não são presidentes de câmaras do Chega, que ainda não tem uma sequer...


Sinais dos tempos?


Ou será o tempo a ceder finalmente ao velho clamor do António Mourão, e a voltar para trás?

19 comentários:

  1. O Presidente Marcelo ainda não botou palavra ?

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  2. Olhe que o presidente da Câmara Municipal de Loures não é do Chega, mas não deve faltar muito para virar a sua casaca para aquelas bandas, pode ter a certeza!

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  3. O mais interessante é a dita autarquia, pertencer a um partido que se diz social. A limpeza do terreno não será para construir habitação social, provavelmente será entregue a uma promotora imobiliária, para depois vender as habitações aos fundos de investimento sem fronteiras. Muitos desses fundos pertencem a uma certa etnia, que muitos defendem e se calhar alguns daqueles que foram desalojados. Para as pessoas existem muros, fronteiras, mares e oceanos, para esses capitais não existem fronteiras e distorcem todo o mercado habitacional, cá e por todo o mundo.

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  4. Felizmente que ainda existem políticos que cumprem a lei. Pela vontade do jornalixo esquerdalho, Portugal muito em breve seria um país de cobatas para albergar clandestinos.
    Eu fui emigrante, mas o país que me acolheu só me deixou entrar com contrato de trabalho e habitação atribuída.
    Portugal tornou-se um caixote do lixo onde toda a jorda vem parar. As pulhiticas esquerdalhas, parasitas e abixanadas que ainda vigoram, por pouco tempo espero eu, são responsáveis pela sangria da segurança social, pelo caus na saúde, nos transportes, No ensino, na habitação etc.
    Portugal não tinha as condições mínimas aceitáveis para dar aos seus cidadãos em todas essas áreas, e nós portugueses vemos-nos privados desses já escassos recursos em detrimento desse entulho.
    Imigração sim, quando o país precisa de mão de obra estrangeira, a quem devemos proporcionar condições dignas e identicas às nossas, invasão NÃO!
    Em Espanha o barril de pólvora começa a explodir, e felizmente um dos alvos dos patriotas são o jornalixo que proclama a ideologia dos seus donos, a troco de umas migalhas na gamela partidocrática. Faço votos que brevemente em Portugal estes mesmos peões de brega sejam julgados de igual forma.
    Espero que o meu comentário não seja censurado à boa maneira esquerdalha, e seja publicado.
    Que os homens e mulheres portugueses por derrotados ninca sejamos conhecidos!

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  5. Sim, não sobram dúvidas disso. De dentro do PS têm-se ouvido vozes de protesto. Curiosamente nunca foram as da liderança, com um (PNS) ou com outro (JLC).

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  6. Escreve-se numa carta aberta hoje publicada e subscrita por militantes socialistas:
    “A decisão de proceder à demolição das barracas [em Loures] sem garantir soluções habitacionais alternativas, adequadas e imediatas, não só contraria os princípios constitucionais e estatutários, como mancha a credibilidade e o compromisso ético que o Partido Socialista deve assumir perante os cidadãos.”
    Como acima referi, não são deste teor as declarações públicas do líder do partido.
    Está neste momento criada a oportunidade para que um bloco de decência se imponha na política portuguesa, deixando de lado cálculos eleitorais. Se JLC e o PS não perceberem essa oportunidade, não encontram alternativa ao definhamento em curso.

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  7. O seu comentário é publicado. Para lhe dizer que:
    1) Há políticos que cumprem a lei, mas não é este presidente da CM Loures. Não cumpriu lei nenhuma, tanto que foi obrigado a suspender "o trabalho";
    2) O seu palavreado é impróprio, e as suas verdades são mentiras, como tudo o que por aí os senhores fazem circular;
    3) Os senhores não são patriotas; a única pátria que conhecem é ódio.

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  8. Concordo plenamente consigo. A vinda de emigrantes é benvinda, mas com regras. Para certas pessoas, a exigência de disciplina, do cumprimento de regras, é discurso de ódio. Em Espanha esse ódio não veio de nenhum espanhol, e por cá, no litoral alentejano, mais tarde ou mais cedo, a cena repetir-se-á.

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  9. Ai se fosse o Chega a fazer isto!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!.
    Logo saberíamos de que lado está o ódio.

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  10. Tão ingénuo, como tantos outros...um dia darão razão àqueles que agora criticam.

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  11. Não escreveria melhor!!!!

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  12. Presidente Marcelo deixou de ter palavra neste caso das Demolições DESUMANAS como no estado da Saúde em Portugal, sendo o exemplo mais VERGONHOSO O CASO DAS MORTES DE BEBÉS por causa do encerramento das urgências do SNS, casos esses, em que tanto O PRESIDENTE DA REPÚBLICA COMO O PRIMEIRO MINISTRO DESAPARECERAM DE CENA.
    TODAS AS MORTES por causa da MÁ-GESTÃO NO SNS, devem ser casos para QUEIXAS-CRIMES e serem resolvidas pela Justiça Portuguesa ou Europeia e, NUNCA, pelo IGAS!!!

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  13. É curioso como, em tantos comentários, nem um sequer se dedica ao tema do texto. É, também isso, sinal dos tempos. Destes tempos completamente "marados" que vivemos.

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  14. Que tema? Que texto?

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  15. O humanismo enquanto ideologia não está em aceitar a entrada de imigrantes, mas na forma como são tratados depois de cá estarem. Parece que nos estamos a esquecer da diferença entre doutrina e método. Que o fenómeno carece de regulamentação parece me óbvio. Que as pessoas devem ser tratadas daquela maneira, de óbvio não tem nada.

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  16. Miguel Ângelo Costa17 de julho de 2025 às 04:15

    Pois, como dizia o outro, " agora o Povo descalço vota em que lhe roubou os sapatos e ainda aplaude".....

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  17. Trata-se de uma situação que naturalmente desperta emoções, mas é importante recordar que vivemos num Estado de Direito, onde existem normas e regras que devem ser respeitadas. Se estas deixarem de ser cumpridas, será uma anarquia. A Câmara Municipal de Loures, tal como outras autarquias, gere listas de espera para habitação social. Estas construções ilegais, têm como objetivo, obter prioridade imediata na atribuição de habitação, o que não pode acontecer. É também importante reforçar a responsabilidade individual. As pessoas deveriam construir o seu projeto de vida dentro das possibilidades reais que têm, sem depender sistematicamente da sociedade para colmatar escolhas que, por vezes, são insustentáveis. É preocupante, por exemplo, que famílias com grande instabilidade financeira tenham vários filhos, especialmente em contextos monoparentais, sem condições mínimas para garantir o seu bem-estar. Depois existem pessoas que contribuem para a existência de apoios sociais que são aquelas que abdicam de ter filhos por não terem condições mesmo estando a contribuir com os seus impostos para apoiar quem mais precisa. O Chega não será o responsável por escolhas pessoais e atalhos para obtenção de apoios sociais. Com o Chega deixou-se de imputar responsabilidades, às pessoas e a quem nos desgoverna há anos.

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  18. O senhor, quando saiu de Portugal, quanto ganhava?500? Para o país para onde saiu. foi ganhar quanto? 1 500, com contrato de trabalho e casa? Não foi tirar o lugar a um cidadão do país para onde emigrou? Quando colocou o seu filho numa creche, eram só portugueses? Se não era, não considerou que o seu filho estava a tirar o lugar a uma criança do país para onde foi? Agora suponhamos que o José é um empresário. Precisa de um empregado. Se o trabalho for na área tecnológica, além da burocracia consular, está disposto está disposto a pagar 2 000, fazer contrato com alguém que não conhece e arranjar uma habitação digna? Se estiver disposto, tem o meu elogio. Se não, nem no Nepal. Se a sua atividade for ligado à agricultura, se estiver disposto a todas as referidas obrigações burocráticas e sociais, certamente pagará 700. Mas, se quiser um empregado, só consegue arranjar um, oriundo do Paquistão, do Nepal, Líbia, etc. etc., que é o que está a acontecer. Doutros países, ninguém quer vir. Ao contrário do que diz, a "jorda" de que fala, é responsável pela melhoria da receita para a segurança social e fiscal, da economia e do aumento da natalidade. A culpa é do Estado, dos empresários e de muitos senhorios.

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