Ainda que depois houvesse um argumento, os filmes, as histórias e os diálogos do cinema de João Canijo nasciam de um trabalho de criação com os actores. Chamavam-lhe por isso um cineasta de actores, mas também de mulheres. De actrizes, mas também por trabalhar com equipas maioritariamente compostas por mulheres.
O reconhecimento internacional chegou tarde, mas chegou. Em 2023, com “Mal Viver”, no Urso de Prata para a melhor realização, em Berlim.
Partiu de repente, depois de um ataque cardíaco fulminante.
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