Por Eduardo Louro
Primeiro, no final da semana passada, foi ele próprio, Paulo Portas, a fazer o número. Que não há novas medidas de austeridade, as linhas vermelhas, o novo ciclo … E umas boas notícias, soltas, suficientemente vagas para não serem sequer reconhecidas e escaparem ao teste do algodão…Tudo para deixar bem escondidas as medidas que já estão no armazém, prontas a sair, ou outras ainda em laboratório de ensaio!
Depois, ao ritmo cadenciado de uma por dia, as medidas escondidas começam a ser postas na imprensa. Por cada uma, e em cada dia, lá vem ou dois ministros, um sempre mais vago e mais atabalhoado que o outro, mas todos sempre nos píncaros da demagogia, bem para lá da fronteira do reprovável, já em pleno reino do escandalosamente chocante.
Algumas serão barro atirado à parede, a ver se pega. Outras serão lançadas para preparar o ambiente, para desgastar… Para esbater os efeitos na opinião pública. Outras ainda para esgotar todas as reacções, combatidas desde o primeiro minuto pelos mais demagógicos argumentos e pelos mais escandalosos exemplos.
Vai ser assim até daqui a uma semana, quando o orçamento for finalmente apresentado no Parlamento. É isto o novo ciclo. É este o dedo de Paulo Portas!
Passos Coelho chama-lhe choque de expectativas. Sabe que precisa da sua máquina de propaganda em pleno, e lança-lhe por isso um desesperado apelo...
Hoje, em Portugal, governa-se assim!
Boa tarde,
ResponderEliminarO seu post está em destaque na área de Opinião da homepage do SAPO.
Atenciosamente,
Catarina Osório
Muito obrigado pelo destaque.
Eliminar0 orgulhosamente so\',Portas em
ResponderEliminarcurva descendente, em agonia, amo de Passos Coelho... irrevogavel, o profeta da mentira
Os pensionistas que o digam.......
Com gente desta escusam se inimigos.
A palhacada continua , ate quando os politicos vao continuar a destruir a democracia em Portugal,sera que nao vai aparecer por ai um novo ROBIN DOS BOSQUES, que
De aos pobres e tire aos ricos, e
Nao faca como P Coelho, precisamente o contrario, esta Patria, ja e um pais do terceiro mundo aonde a fome e a miseria
sao a realidade, o regresso ao passado...ao que chegamos, que
futuro para os nossos netos!