Ontem trazia aqui o silêncio do Presidente. Hoje Marcelo quebrou-o!
Mas mais valia ter continuado calado. Pela forma - na inaceitável qualidade do som e da imagem da emissão, e na inaceitável qualificação de mensagem pessoal - e pelo conteúdo. Vazio e ridículo.
Vazio, porque não disse nada quando há tanto para dizer. E ridículo, com esta ideia de uma emergência nacional a prazo.
Não, o presidente não está apenas de quarentena. Simplesmente não existe!

Acabei de ler este artigo no Observador: https://observador.pt/especiais/a-matematica-que-explica-o-tsunami-europeu-e-portugues/
ResponderEliminarEsta inutilidade ou se atrasa ou chuta para canto.
ResponderEliminarIndescritível. Já nem me dou ao trabalho de sobre ele escrever. O desânimo que grassa entre as gentes já é grande, e depois de lhe chamar irresponsável por inutilmente correr para o centro dos fogos, que dizer agora do facto de se isolar em casa em vez de laborar na residência oficial - onde disporia dos meios para as devidas intervenções e reuniões em videoconferência?
ResponderEliminarNão, passo à frente.
É que as coisas agora não se resolvem com as habituais intrigas e traquinices.
ResponderEliminarMas isso dissemos vários logo na segunda... Marcelo é agora um saco vazio.
ResponderEliminarSe calhar do isolamento teve melhor vista para a popularidade do estado de emergência.
ResponderEliminarE eu fico mais descansada por confirmar que tenho um Presidente que palpita consoante a batata frita está quente ou fria. Ele não era assim tão mau estadista no primeiro ano, os incêndios na Madeira deram cabo de alguma coisa naquela estrutura... deve ter sido o voo rápido, nunca fez a descompressão em condições.
ResponderEliminar