terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Em choque

Apagão interrompe debate entre partidos sem assento no Parlamento no momento em que se falava nos preços da eletricidade


 


Confesso que não tive paciência para assistir até ao fim ao debate entre os partidos que não têm representação parlamentar. Ainda nem sequer acabou... Foi demasiado deprimente, e difícil de tolerar para aguentar até ao fim.


E chocante. Especialmente chocante, para além de deprimente, como praticamente todas, a participação de um senhor chamado Bruno Fialho, de um partido chamado ADN. A do velho conhecido Manuel Pinto Coelho - do PNR, agora Ergue-te - já nem choca, apenas dá vomitos. 


Mas o que mais me chocou, o embate mais surpreendente e violento, foi o estado a que o MRPP chegou. Ainda estou sem palavras. Acredito que a rapaziada da minha idade me compreenda. Se calhar já só a minha geração se lembra do MRPP....

2 comentários:

  1. "Ergue-te" mais parece uma marca de viagra. Quanto ao MRPP, foi um partido originalmente financiado pela CIA com o objectivo de denegrir o PCP e tentar roubar alguns votos ao mesmo (e conseguiu). Entre o "social-fascismo" (o que quer que isso signifique) do PCP e o fascismo do antigo regime, tenho a ideia de que preferiam o segundo.
    E em 2015, o fundador (entretanto falecido) Arnaldo Matos lembrou-se de dizer que o Garcia Pereira era anticomunista (e talvez fosse, mas o Arnaldo Matos não tinha qualquer moral para fazer essa acusação), fez um auto-golpe no partido e suicidou-o. O MRPP já está morto há muito, mas sem direito a funeral.

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  2. Acho que todos esses partidos explicaram muito bem porque é que não têm representação parlamentar. E ainda bem.

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