
Sem surpresa, como aqui havia sido previsto, da guerra das tácticas saiu uma moção de confiança.
Como era fácil de prever, perante o cenário da Comissão de Inquérito, Luís Montenegro preferiu arriscar na moção de confiança, que mais não é que o "all in" em eleições antecipadas. Porque Marcelo não tem como fugir da dissolução do Parlamento.
E assim chegou ao fim a segunda moção de censura ao governo, em duas semanas. Num debate em que toda a oposição, da direita à esquerda, foi impiedosa para Luís Montenegro. Que, não o conseguiu disfarçar, sofreu a bom sofrer!
O país não precisava nada de voltar a eleições tão depressa. Parece óbvio que não as quer, e que irá penalizar quem entenda ser os responsáveis por este extemporâneo regresso às urnas. O que está longe de ser óbvio é quem vai responsabilizar. Luís Montenegro sai como o único responsável objectivo, mas isso de forma alguma significa que venha a ser essa a percepção que vingue!
Luís Montenegro, e o governo PSD-CDS, usa a táctica do "Sou eleito, pelo povo, tenho 5000000%, de razão e ai de quem se meta, à minha frente, que vai levar balázio com 10000% de votos, a meu favor". Arrogância e arrogância, de Luís Montenegro e Paulo Rangel. Seguiu-se Paulo Núncio, CDS, que voltou a mostrar total arrogância, para um apêndice, do PSD, desde 2011. E Hugo "O mentiroso" Soares, voltou a imitar André Ventura, em que fala, por 11 minutos, sem dizer, 1 palavra, sobre a moção, de censura.
ResponderEliminarO Chega, adora este clima. Depois de 400 membros, serem apanhados, em falsidades, crimes, burlas e fraudes, nada melhor que andarem preocupados, com outros, enquanto, o mesmo Chega, avança com 5000 euros, para cada pessoa, que queira entrar, numa lista, de autárquicas, já assinando a nota de denúncia do mandato (para nunca tomar posse, mesmo que os 40, à frente, não fiquem no cargo). Graças a estas moções, já ninguém fala, do que se passou, em Aveiro, em que o líder da distrital, avançou, que tem 3 milhões de euros, para contratar pessoas, para as listas, das autárquicas. Algo que pouca gente, percebe de onde veio (foi um anúncio, num jornal local e no tiktok, em que procuravam 260 a 350 pessoas, para receberem 5000 euros, em troca de darem, o nome, para as listas autárquicas, a enviar ao tribunal, da comarca, assim como assinarem a nota de renúncia, para ser usada, caso seja necessária).
Por outro lado, nova página e NINGUÉM pergunta, ao primeiro-ministro, porque razão cedeu 40%, da empresa, à sua esposa, quando sabia que não cedia nada, pois o casamento, mantinha 40%, na sua posse. É o único "erro" deste assunto e ninguém o coloca, em cima da mesa. A única questão é : Luís Montenegro, quis ocultar a posse, de 40%, desta empresa ou não sabia, que a nível administrativo, essa cedência era ilegal?
É algo muito simples, que a resposta também seria fácil: Sabia e quis esconder, aos órgãos de fiscalização, ou não sabia (pois é advogado cível) e cometeu o erro, de passar, à esposa, em vez dos filhos. No primeiro caso, teria de se dirigir ao Presidente e apresentar a sua demissão. No segundo, teria de pedir desculpa, aos portugueses, deputados e umas dúzias de órgãos, de poder, pois não se tinha informado, quando fez a cedência.
A arrogância de querer atirar cuspo, ao ar, ao estilo do Chega, para ver quem é que leva, com ele, acabou por lhe cair, em cima, da testa.
Mas, não acredito que vamos, para eleições. O Chega irá votar, a favor, da moção de confiança, porque não tem capacidade financeira, para suportar 3 eleições, em menos de 1 ano. André Ventura, previu, gastar 1,7 milhões de euros, na sua campanha, para a presidência. Para as autárquicas, seriam 22 a 37 milhões de euros, que, se formos para eleições, terão de ser divididas por ambas. É que se formos para legislativas, serão no dia das autárquicas, a 28 de Setembro. Algo que um partido, como o Chega, até gostaria, pois 99%, dos seus eleitores, assumem votar, em André Ventura, não conhecendo, mais ninguém, do partido. O que lhe poderá valer centenas, de milhares, de votos, tal e qual como tem sido, as legislativas e autárquicas, em que o supremo líder Ventura, surge, como sendo o único líder, de todas as listas, do Chega. Daí, 100%, de 34000 milhões, de cartazes, tinham a voto, do supremo líder, com o líder, dessa lista, a surgir em cantinhos, ou no meio de 20 pessoas, lá no fundo, atrás do símbolo, do partido.