Por Eduardo Louro
A situação era insustentável: uma equipa destroçada, à deriva de desaire em desaire, que em nada acredita. E em quem ninguém acredita!
O treinador – Paulo Sérgio – mais que um erro de casting, era o descrédito vestido de fato de treino. Há muito no mais instável dos equilíbrios à beira do ridículo sofreria um empurrão de um adjunto com tanto de anónimo quanto de deprimente. O resto foi feito por uns escoceses de terceira linha…
“A direcção da SAD que se chegue à frente”, dizia já em plena queda ao mais profundo dos infernos, mas ainda em jeito de ultimato.
E tiveram de se chegar à frente, não lhes restava outra alternativa!
Só que, gente extraordinária como é, ainda lhes restava uma via aberta para a asneira: o director geral, contratado há dois meses para revolucionar todo o edifício do futebol, passa a treinador!
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