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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Benfica 1 - Hearts 1

 


O Benfica tinha a eliminatória assegurada, frente aos escoceses do Hearts, graças ao 6-1 da primeira mão. Por isso Marco Silva apresentou muitas alterações na equipa, recorrendo a jogadores menos rodados, que não segundas figuras.

E a verdade é que, em particular na primeira parte, o Benfica fez bom jogo. Não há dúvida nenhuma que a equipa está a crescer. Nem da qualidade do trabalho que Marco Silva está a realizar - joguem uns, ou outros, as ideias estão lá. E o futebol também. Depois, uns têm mais condições que outros para as pôr em prática. 

Pavlidis, que hoje não jogou, faz o que Duran, que jogou na sua vez, não sabe fazer. E por aí fora.

O problema não está na qualidade de jogo. O problema está na falta de agressividade, a atacar e a defender. O Benfica cria muitas oportunidades. O problema é concretizá-las. É a eficácia. São as bolas nos ferros. E são os remates que esbarram nos pés, nas pernas, nas costas dos jogadores. E aí, mais agressividade na hora de rematar, na de cruzar, ou na assistência, ajudariam. Sem dúvida nenhuma.

O jogo teve domínio do Benfica, com mais de 60% de posse de bola, 20 remates (contra 5), 11 cantos (contra nenhum). E não contam os remates bloqueados pelos defesas. Mas, à baliza, apenas cinco. Contra três. 

É aqui que "a porca torce o rabo". Porque é sempre a mesma coisa: os adversários vêm que o resultado está em aberto e acreditam cada vez mais. O Hearts acreditou três ou quatro vezes. Uma na primeira parte, e três na segunda. Numa dessas três teve um golo anulado. Noutra marcou, aos 77 minutos. 

O Benfica até respondeu de imediato, no minuto seguinte. Schjelderup, escapa para linha de fundo, na esquerda, deixa em José Neto, na área, que, de primeira, passa para Lukebákio, à entrada da área, acertar na baliza fazer o golo.

A bola ao poste, três defesas do guarda redes por instinto, e este remate foi, afinal, a produção do Benfica. Eu sei que há quem faça melhor produzindo menos. Mas não é o Benfica!

quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Benfica 6 - Hearts 1

 


Mais de 60 mil na Luz para testemunhar uma grande exibição do Benfica, uma equipa desenvolta, com um futebol alegre e variado que há muito se não via por aquelas bandas. 

O Benfica apresentou hoje, frente aos escoceses do Hearts, um onze com algumas novidades. A começar na baliza, com o Samuel em vez do Trubin, e sem uma série de habituais titulares.  Sem António Silva, que já lá não está, jogou o Tomás, ao lado de Lengelet. Nas laterais, Bah e Dahl. No meio do meio campo, Enzo, a revelar-se um outro jogador, e Barreiro. Mais á frente, a crescer na alegria de jogar, Sudakov, com Rafa (não há incompatibilidades) não na ala direita, mas partir da dela. Na esquerda Prestiani, a dar a irreverência que a equipa precisa, e o homem do jogo, e na frente Pavlidis.

Fora da equipa, e do onze inicial, Aursnes, Trubin, Schjeldrup, Rios e Dedic, titulares indiscutíveis na época passada. Ainda Lukebakio e as contratações kaminsky e Duran. É qualquer coisa!

Sabemos que as últimas imagens são as que perduram. As últimas, mesmo as últimas, são de festa, compatíveis com o que foi o jogo. Com os quinto e sexto golos no últimos minutos, de Duran e Schjeldrup (de pênalti) a festa regressou às bancadas, e esqueceram-se as outras. Que eram as imagens que tinham então prevalência. Eram da segunda parte. Do golo do Hearts, das substituições, que acrescentaram aos escoceses e diminuíram ao Benfica, que levaram os escoceses dos 28% aos 40% de posse de bola. Apenas interrompido pelo golo mais aplaudido de jogo. O quarto, de Prestiani. Que interceptou, na raça, um passe entre os defesas escoceses, foi por ali fora e desferiu um remate em arco. E como o mereceu!

Seria injusto que do jogo ficassem essas imagens. Para trás ficava uma primeira parte brilhante, verdadeiramente espectacular, como há muito se não via na Luz. Ficavam três golos, de Rafa, logo abrir, de Tomás Araújo, na sequência de um dos muitos cantos, quase todos a levarem grande perigo á baliza do Hearts, e de Pavlidis, de pênalti. 

Para trás ficava uma primeira parte em que o Benfica, no mínimo, poderia facilmente ter marcado o dobro dos golos!

O aldrabão mor

Sem surpresas. Era esperado! O aldrabão mor do reino juntou-se aos protestos que grassam no país.  Tal e qual como no caso de legislação lab...