Por Eduardo Louro
Não foi ontem. Foi hoje, logo aos primeiros minutos deste primeiro dia de Novembro!
Um dia que não foi apenas mais um dia, foi o dia em que fiquei avô. Um dia longo, de uma felicidade imensa que me deixa sem palavras… Apenas a desfrutar. E como desfrutei…
Bem-vinda Madalena!
ResponderEliminarA cumplicidade de outro avô, outro olhar e outro sentimento.
O sentido de existir está agora mais vivo, em cada dia, como no brilho de cada alvorada reflectido no olhar dos filhos, e dos filhos dos nossos filhos.
Neles vemos a esperança renovada, perpetuamos a identidade e renascemos em cada sorriso devolvido.
Isso mesmo, compadre. Celebremos!
Eliminar