Por Eduardo Louro
Anda toda a gente à procura de perceber como é que Pedro Proença, cometendo tantos e tão influentes erros nas competições nacionais – e, mesmo assim, sendo o árbitro melhor classificado –, chega lá fora e tem tão bons desempenhos.
Despretensiosamente, acho que tenho a resposta: é que são esses erros que o colocam precisamente lá!
Depois, bem … depois, lá, já não precisa de errar tanto!
E errar é humano…
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