Por Eduardo Louro
Esfumou-se num ápice a melhor possibilidade de uma medalha para os atletas portugueses. Com uma delegação desfalcada de medalháveis – uma onda de lesões dizimou a limitada frota portuguesa com possibilidade de alimentar esse sonho – os olhos voltavam-se para Telma Monteiro, a porta-estandarte da delegação portuguesa na cerimónia inaugural e a judoca portuguesa mais titulada em campeonatos da Europa e do Mundo, actual campeã europeia.
Foi afastada logo no primeiro combate, confirmando uma espécie de maldição olímpica. Desolada, foi lavada em lágrimas escondidas que pediu o apoio dos portugueses e que prometeu fazer o luto para rapidamente voltar às vitórias.
Por mim, todo o apoio. O desporto é assim, e os Jogos Olímpicos são também isto: lágrimas e desilusões que não abatem os campeões!
Os jogos olímpicos são assim... anos e anos de trabalho, para tudo se resumir, neste caso, a 5 minutos de glória ou de maldição... infelizmente para a Telma parece haver essa maldição, mas isso só fará com que, quando chegar a Glória, saiba ainda melhor.
ResponderEliminarAinda ontem vi outra judoca, salvo erro da categoria de menos 52kgs, que conseguiu finalmente chegar aos jogos olímpicos, depois de falhar por pouco o apuramento por 3 vezes... ou seja, só ao fim de 12 anos é que conseguiu sequer lá chegar, já com, salvo erro, pouco mais de 30 anos.
A Telma há de ganhar uma medalha; não foi em Londres, talvez seja no Rio :)
É como diz. Também acredito que a Telma há de vencer esta maldição!
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