Por Eduardo Louro
O que a concorrência faz: para não deixar o seu concorrente no oligopóloio da distribuição sozinho e à vontade, Belmiro de Azevedo, tido como mais equilibrado e sensato, saltou com estrondo para palco para dividir com Alexandre Soares dos Santos este estranho protagonismo.
Francamente: "Se não for a mão-de-obra barata, não há emprego para ninguém". Esta, nesta altura, não lembrava ao diabo!
Sem comentários:
Enviar um comentário