Por Eduardo Louro
Vai bem a moção de confiança que o governo vai apresentar no Parlamento, para dar o pontapé de saída no novo ciclo.
Divide-se em duas partes. Na primeira faz o elogio do passado, destes dois anos em que tudo correu às mil maravilhas. Sem eles nunca poderíamos ter chegado a este momento único de felicidade e optimismo que abre o país ao novo ciclo. Na segunda fala justamente do novo ciclo, do ciclo de progresso, crescimento e desenvolvimento que o novo governo, desnecessariamente remodelado e revigorado – não se percebe porquê, nem para quê, mexer num governo-maravilha, que tudo o que fez foi bem feito - nos vai trazer nesta segunda parte do seu mandato.
Posso garantir que está aqui “uma certa podridão de hábitos políticos”! E eu não minto…
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