Por Eduardo Louro
Já se andava a perceber que o Diamantino tinha pouco tento na língua. Já enquanto jogador se tinha percebido que o talento para a bola não tinha correspondência noutras exigências…
Até já se tinha percebido que dizia coisas que afinal não eram bem o que queria dizer. Pois… Tantas vezes o cântaro vai à fonte que um dia lá deixa a asa…
Desta vez não foi apenas a asa. Foi muito mais que isso: esta não é uma mera expulsão, nem um simples cartão vermelho na mão de um árbitro!
Que lhe sirva de lição, que aprenda de vez que não há impunidade (há, mas isso é por cá e com certa gente). Que há responsabilidade pelas coisas que se dizem, que os erros têm consequências e que, nem sempre, nem em qualquer lado, dá para esconder atrás do arrependimento. Mesmo que sentido, e não simplesmente simulado!
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