sábado, 11 de janeiro de 2014

Irrevogável? Tinha que ser...

Por Eduardo Louro


 


 


Afinal – e ficamos hoje a sabê-lo pela boca do próprio no Congresso do CDS – o famoso irrevogável de Paulo Portas foi mesmo teatro. Teatralizou mais uma vez, e desta porque, garantiu, não havia outra forma. Foi, como disse, a força do que tem que ser…


Se calhar não tinha muito mais por onde sair, mas a saída não é boa. Para ele tanto lhe faz: acha sempre que que toda a gente é de memória curta!

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