Por Eduardo Louro
A selecção até entrou bem no jogo. Depois foi caindo… caindo… até praticamente desaparecer, no último quarto de hora. Cantos, muitos cantos, todos da mesma maneira e a valer o mesmo: zero.
Sem Cristiano Ronaldo nem sequer há quem bata os livres, as célebres bolas paradas. Percebeu-se que há o Miguel Veloso, mas não serve. Que também não serve para ser o transportador e organizador de jogo que Paulo Bento hoje quis que fosse. À falta de melhor, vê-se a falta que o Danny faz...
Sem Cristiano Ronaldo, a selecção é uma equipa vulgar. Pouco menos vulgar que a selecção da Grécia, que não passa daquilo. Com Rehagel ou com Fernando Santos, o futebol é o mesmo. Pobre, muito pobre, como o país… Mas mesmo assim acima das nossas possibilidades. Nem vendo-nos gregos lhe ganhamos!
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