Por Eduardo Louro
Quer dizer: depois de terem tomado conta disto tudo, de se terem apropriado do sistema e do país, comodamente instalados querem obrigar-nos a legitimá-los. Francamente!
Por mim só aceitaria o voto obrigatório quando fosse igualmente obrigatório – mas mesmo a sério, sem hipótese de usarem as suas habilidades – que eles fossem sérios, competentes, honrados, honestos, dignos e respeitadores do voto que lhe damos.
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