segunda-feira, 4 de agosto de 2014

E passou a haver outras coisas para contar... (II)

Por Eduardo Louro


 


No primeiro dia do Novo Banco - ainda bem que, ao que parece, já há registos com este nome - o mais curioso é ver como a opinião arregimentada trata do assunto. Desde uma vitória em toda a linha do Banco Portugal, a solução genialmente milagrosa, sempre, evidentemente, sem qualquer risco para os contribuintes, de tudo foi dito e apregoado pelas hostes situacionistas.


Aos poucos, e graças a intervenções lúcidas de alguns resistentes intelectualmente sérios, o país vai percebendo que aquilo que pretendem vender como a melhor das mais sofisticadas soluções, não é mais que uma fuga para a frente mal amadurecida e cheia de riscos. Se houvesse sociedades de advogados cotadas em bolsa, seria nessas acções que eu agora aconselharia investir!

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