sábado, 15 de agosto de 2015

Ecos do Pontal

Por Eduardo Louro


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Já se viu de tudo no Pontal. No Pontal mesmo, e no Pontal reciclado de calçadão, na inóspita Quarteira. Desta vez viu-se que dificilmente o país encontraria dupla mais sinistra!

2 comentários:

  1. Podia dizer que para mim o CDS morreu. Para quem, como eu, viu neste partido o espaço de desenvolvimento dos valores democrata cristãos, mais condizentes com a "gema" socio-cultural da nação portuguesa, podia dizer que o CDS morreu porque foi uma desilusão nesse aspecto; tornou-se noutra coisa com todo o direito de existir sociopoliticamente mas sem seriedade na afirmação daquelas referências. Podia dizer que foi isso que morreu e que eu não gastaria nem mais um "fotão" de energia com o meu apoio. Mas não. A morte do CDS é muito mais que uma desilusão pessoal.Vai para além dos meus sentimentos. É que o CDS morreu mesmo! Para mim e para todos. Mas, como no caso daquele navio que afundou em Itália (Costa Concordia, salvo erro), os capitães serão os primeiros a sair...agarrados ao mastro PSD, claro.

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    1. O CDS morreu, mesmo que não tenha ainda sido emitida a certidão de óbito. Não é o primeiro dirigente/militante a reconhecê-lo. Ribeiro e Castro fê-lo há dias...
      Há muito que o CDS é um mero instrumento de poder pessoal de Paulo Portas. Há muito que muitos deveriam ter percebido isso.

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