Ao mesmo tempo que, pela calada da noite - perdão: pelo meio do ruído da campanha eleitoral, no Verão - triplicava o vencimento dos gestores do orgão regulador da navegação aérea, que teria de dar parecer positivo à privatização da TAP, o governo de Passos Coelho vendia a Efisa por 38 milhões de euros, depois de lhe entregar 90 milhões para aumento de capital.
No meio do barulho eleitoral, enquanto anunciava a devolução da sobretaxa, o crescimento imparável da economia e do emprego, e anunciava o fim dos cortes extraordinários, que em Bruxelas garantia serem estruturais, o governo de Passos, Portas e Maria Luís entregava 52 milhões de euros a Miguel Relvas para este lhe fazer o favor de ficar com o antigo banco de investimentos do BPN.
Este é mais um dos muitos contos de criança de Passos Coelho. A Mariana Mortágua conta-lho com mais - e interessantes - pormenores... Um deles é que Relvas está a pedir ao Banco de Portugal que lhe ateste a sua idoneidade para ser dono de um banco.
É notável a atração do ex-1º ministro pela aeronáutica. Devia ter ido para a força aérea e voar para bem longe daqui.
ResponderEliminarNa falta de melhor, dever-se-ia converter a prisão de Évora num resort para políticos. O Sócrates faria as honras da casa, obviamente, e teria sérios problemas de sobrelotação com toda esta canalha que vive á custa dos nossos sacrifícios.
A pedir a idoneidade..ahahahahahahahahah.ahahahahahaahahahhahahah?ahahahaahah???? O Relvas...?????...ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah
ResponderEliminarNada de grave. Os deputados do PSD e CDS estão a criar uma comissão de inquérito, constituída por 170 pessoas que irá analisar de onde proveio essa lei.
ResponderEliminarSegundo pessoas que foram eleitas pelo PSD para cargos políticos na margem sul do tejo e os seus seguidores, esta lei foi aprovada por António Costa e o aumento foi feito já com este governo em funções... em Setembro de 2015.
Criaram tantos posts no facebook que levaram a pensar que tinham mesmo razão... até que viram a data de aprovação da lei e fugiram ao resto dos comentários, passando a apagar os comentários de todos os que os estavam a criticar.