segunda-feira, 14 de março de 2016

Um jogo cheio de contrariedades

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Sabia-se que este jogo com o Tondela seria complicado. Era um jogo contra o último, sempre a sugerir alguma descompressão, mais a mais logo depois de dois jogos de altíssimo desgaste.


A tudo isto acresceria, como se veria logo que o árbitro Luís Ferreira - apostado em mostrar urbi et orbi que não é benfiquista, ou que, se o é, é-o à maneira do Pedro Proença - apitou para o início do jogo, que os jogadores do Tondela estavam ali para correr muito ... e bater ainda mais. E ainda por cima carregados com aquelas pilhas que duram, duram, duram... 


O jogo foi marcado por todas estas coisas, e raramente bem jogado. Em boa parte dele foi mesmo difícil jogar futebol, com os jogadores do Tondela a mais parecerem carraças agarradas aos do Benfica. Basta dizer que a primeira parte não teve mais que uma ou duas jogadas de verdadeira qualidade, embora se tenha que reconhecer que a que deu no segundo golo do Benfica é de verdadeira enciclopédia. Valeu por si só o bilhete. Verdadeiramente espectacular, toda ao primeiro toque. E que toques, cada um melhor que o outro.


A segunda parte não foi muito diferente, embora o jogo tivesse sido mais aberto e dado a muito mais oportunidades de golo. O Benfica chegou aos quatro golos e, ao contrário da primeira parte, onde o aproveitamento fora de 100%,  podia ter feito muitos mais. E no último lance do desafio, num contra ataque nascido de uma falta sobre o Pizzi em cima da grande área adversária, naquele que seria o último erro grosseiro do árbitro, o Tondela fez o golo que acrescentou ao jogo a sua última contrariedade.


Sim, um jogo destes teria sempre de trazer algumas contrariedades. Mas eram bem evitadas. Era bem evitado que o Jardel tivesse uma branca, que depois teve que remediar com uma falta que lhe valeu o quinto amarelo - as dos rapazes do Tondela nunca davam amarelo, é verdade! - que o afasta do próximo jogo, no Bessa, voltando o Benfica a ter que se apresentar com um único central. Mais que evitável, verdadeiramente inaceitável é o também quinto amarelo a Mitroglou, por ter despido a camisola a festejar o seu golo. O quarto, o quatro a zero. Difícil de aceitar num profissional.


Imagine-se o que seria se o grego andasse entretido a disputar golos com o Cristiano Ronaldo, o Suarez, o Higuain ou o Ibrahimovic?


 


 

6 comentários:

  1. Como benfiquista gostei do texto. Como professora de Português não gostei do erro ortográfico. Acontece.

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    1. Acontece. Os erros podem sempre acontecer, por mais cuidado que procuremos ter. Mas, já agora, qual é o erro ortográfico que me está a escapar?

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    2. "Penso eu de que..."15 de março de 2016 às 09:27

      Eu não sou Prof. de português nem perto disso, mas parece-me que é na "inciclopédia"
      Às vezes escrevemos como soa e depois temos aquelas velhas rabujentas a zurzir-nos nas orelhas... é a vida!

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    3. Tem toda a razão. Por mais que lá passasse não o "via". Vou corrigir. Obrigado. Não tem mal nenhum - antes pelo contrário - zurzir na cabeça sempre que se atinja a escrita a pontapé.

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    4. Já está identificado e corrigido... Já encontrei o erro, agora não encontro explicação.
      Saudações benfiquistas.

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    5. "Penso eu de que..."15 de março de 2016 às 22:20

      OK.
      Sempre às ordens.
      Benfica sempre...

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