Com a maior goleada da competição, a Bélgica - com Hazard de regresso às grandes exibições de que este ano andou arredado - reduziu a Hungria à sua verdadeira expressão, falando do Europeu de França, evidentemente. Despachando os vencedores do grupo de Portugal por quatro a zero, os belgas são, para já, com a Alemanha, uma das equipas mais impressionantes das já apuradas para os quartos de final.
E, no entanto - veja-se como é o futebol - os húngaros lograram o do dobro das oportunidades de golo que haviam conseguido no jogo anterior, com Portugal. O fabuloso guarda-redes que é Courtois, tirou - literalmente - três bolas de golo, tantos quantos a Hungria marcara a Rui Patrício.
E no entanto, até à entrada dos dez minutos finais, a Bélgica só tinha a render o golo que marcara à saída dos dez iniciais. Foi com dois golos em dois minutos que acabou por construir o maior resultado deste europeu. Se não tem faltado à fraca selecção húngara a sorte que lhe sobrara no jogo com a selecção das quinas, as coisas podiam ter sido bem diferentes. Porque - lá está: o futebol é isto mesmo...
Se a probabilidade não for a batata que ditou a eliminação da Croácia, nas meias finais lá encontraremos estes belgas... Do outro lado as coisas estão bem menos previsíveis.
Sem comentários:
Enviar um comentário