quinta-feira, 21 de julho de 2016

Como a História se repete...


 


Depois de nos primeiros dois ou três dias que se seguiram ao "golpe de estado" ter metido na prisão, ou afastado das suas funções, dezenas de milhares de pessoas, entre os quais milhares de professores, centenas de reitores e dezenas de juízes, Erdogan declarou o estado de emergência na Turquia. Para já, para as primeiras impressões, por três meses. A seguir vem a pena de morte.


A perseguição e a arbitrariedade, essas já aí estão. A encenação é como a pescada: antes de o ser já o era. 


É curioso como a História se repete com tanta frequência. Está cheia de episódios destes, sempre com os mais trágicos destinos. 

4 comentários:

  1. E nem assim as pessoas aprendem...

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    1. As pessoas que se limitam à condição de figurantes da História nunca aprendem.

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  2. Sem dúvida, muito facilmente se vai de um extremo a outro...
    Ou seja, de uma eleição democrática a uma ditadura, como a historia nos mostra vários exemplos. Por exemplo, o Hitler foi eleito democraticamente numa democracia, e depois foi o que se viu...
    Estes senhores foram eleitos, de forma, mais ou menos democrática pelo povo. O que torna, a situação ainda mais assustadora e problemática. Estes senhores, aproveitam-se dos cargos que ocupavam, para darem azo aos seus devaneios, enquanto, o povo estúpido; resignado assiste a isto tudo, impávido e calado…
    Se porventura, fossemos falar no genuíno conceito, que diz respeito, ao verdadeiro significado de democracia Vs democracia/participativa. Teríamos de escrever milhares de páginas, sem dúvida dava uma boa tese de doutoramento.
    A maldade, exercida pelo Homem, é como as ervas daninhas, quanto mais tarde se arrancarem, mais difíceis, são de arrancar, pois, as suas raízes estão mais fundas na terra, e quando se arrancam tardiamente, interferem de forma nefasta, com as outras plantas que estão na periferia.
    Posto isto, é urgente olhar para este problema, com outros olhos, fingir que nada se passa, e nada se vê, é sem dúvida, o caminho para a desgraça e para a destruição duma civilização.

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    1. Infelizmente, José, os ventos começam a soprar fortes, todos na mesma direcção: para o lado de trás da História.

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