domingo, 5 de fevereiro de 2017

Grandeza e América

 


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Trump diz querer fazer a América great again. Again? 


A América continua grande na sua grandeza, como esta noite tivemos oportunidade de voltar a confirmar.


Repare-se que, parando por uma final final de uma competição desportiva, consegue fazer passar a ideia que, com ela, o mundo pára também. Que consegue fazer isso à volta de um jogo que mais ninguém percebe, e a que mais ninguém acha piada nehuma. E que ainda conseguem fazer do intervalo do dito o mais importante de tudo... 


O resultado, quem ganhou ou quem perdeu o jogo - que pela primeira vez obrigou a prolongamento, onde os Patriots acabaram por ganhar aos Falcons (até nos nomes há América) - não interessa a ninguém. O que importa é quais foram os cinco melhores anúncios do intervalo. E quanto custaram.  E, desta vez, se a Lady Gaga afrontou ou não o Sr Trump...


Se isto não é grandeza, é de certeza América!

1 comentário:

  1. FICARAM RESSABIADOS
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    Pode parecer pouco... mas, na realidade, é muito muito muito:
    - Donald Trump enfrentou os psicopatas globalistas - que controlam os media - e salvou a liberdade de expressão!
    Antes de Trump, quando se falava em fronteiras/Identidade os psicopatas globalistas - pretendem implementar NOVOS TABUS na civilização - vociferavam "fascistas, nazis, etc" até silenciarem as vozes desalinhadas.
    Depois de Trump passou a ser possível falar em fronteiras/Identidade com naturalidade.
    Trump ao impor o fim do tabu... fez com que os psicopatas globalistas, que controlam os media (nota: eles queriam implementar novos tabus na civilização), ficassem ressabiados.
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    É preciso dizer não aos psicopatas globalistas, isto é, ou seja, não se pode deixar de reivindicar o LEGÍTIMO Direito à sobrevivência de Identidades Autóctones: Separatismo-50-50.
    Leia-se:
    - Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é, ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
    [nota: Inclusive as de rendimento demográfico mais baixo... Inclusive as economicamente menos rentáveis...]
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    Explicando melhor:
    - Democracia sim; todavia, a minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade... tem de dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros, isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros.
    [nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!]
    Dito de outra maneira: os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
    ---» ver blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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    Anexo:
    É NECESSÁRIO UM ACTIVISMO GLOBAL
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    Sabendo que os não-nativos naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos, Marine Le Pen (líder do partido FN) defende a criação dum imposto sobre contratos de trabalhadores estrangeiros... hum, pois, com licença, ahahihihahah.
    Adiante.
    É óbvio que a luta pela SOBREVIVÊNCIA duma Identidade não é coisa de partidos políticos (eles que apresentem ideias mais à Direita ou mais à Esquerda)... mas sim... a mobilização de pessoas sem olhar a partidos políticos:
    -» Imagine-se manifestações (pró-Direito à Sobrevivência) na Europa, na América do Norte (Índios nativos), na América do Sul (Índios da Amazónia), na Ásia (Tibetanos), na Austrália (Aborígenes), ETC... manifestações essas envolvendo, lado a lado, participantes dos diversos continentes do planeta... tais manifestações teriam um impacto global muito forte.

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