O grupo PSA (Peugeot/Citröen) adquiriu a General Motors Europa (Opel - Vauxhall para os britânicos, que têm que ser sempre diferentes, não lhes basta conduzir pela esquerda) e tornou-se no segundo construtor do competente sector automóvel da Europa.
Quer isto dizer que é português o líder do segundo construtor automóvel europeu. O mesmo que estava indigitado para a administração da Caixa Geral de Depósitos do famigerado António Domingues. O BCE, sem que o tivesse mandado estudar, como fez aos outros, rejeitou seu nome - em comum, entre automóveis e bancos, só vejo as emissões de co2 -, a política rejeitou o de António Domingues e Carlos Tavares lá ficou disponível para ir às compras.
E, com a carteira cheia, ou sem grandes problemas de plafond no cartão de crédito, foi... gastar... 2,2 mil milhões de euros, ao que se diz!
Não é a primeira vez que grupo francês vái às compras à América. Já no mesmo no finalzinho da década de 70 tinha comprado o negóco europeu da Chrysler. E não correu lá muito bem. Mas os tempos são outros. E a Opel também...
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