Com o país em euforia desmedida, numa excitação sem fim, a ganhar tudo o que há para ganhar, a crescer como já ninguém se lembrava e, imagine-e, até com gente a pagar para nos emprestar dinheiro, sente-se a falta de Passos Coelho.
Não é que, em bom rigor, alguém sinta a falta dele. Mas sempre gostaríamos de saber se continua mal disposto, com ar de poucos amigos, zangado com tudo e com todos... Mas ninguém o vê. Deve estar bem certamente. De férias, quem sabe?.
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