segunda-feira, 31 de julho de 2017

As coisas são o que são

Capa do i


 


Ontem à noite, na sua SIC, Marques Mendes anunciou o fim do enamoramento, e decretou o fim da cooperação institucional. Hoje o i dá-lhe capa.


As coisas são o que são. E são como sempre foram... Os mesmos corredores, e as mesmas portas. Sempre abertas, andem por onde andarem.


 


 

5 comentários:

  1. Está tudo em "linha" com o dia do orgasmo.

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    1. Mémézinho, já mé? Lembras-te do amiguinho jamais? O filme que se anda a vêr neste país é o mesmo. Ainda te lembras como acabou? Pois, foi com a troika à perna e o padiola do Passos a sacar a nota à populaça para pagar e limpar a merda que o jamais e seus amiguinhos andaram a espalhar. Prepara-te, porque vais ter outro orgasmo nas cuecas.

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  2. Eles não podem ficar quietos, as eleições autárquicas são já em Outubro e até lá é preciso intrigar, conspirar, se possível fazer campanhas de intoxicação. Parece que desde o comunicado do MP meteram a viola no saco. Mas assim que os do costume voltarem de férias, no Público, no Expresso, na Sic, na TVI, no CM/CMTV, aaté RTP e quejandos, alguma coisa se há-de arranjar para agitar as massas.

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  3. Cá para mim, poderá acontecer tudo, menos a falta de cooperação institucional. Ninguém se esqueça que o bolivariano costa é um cunho, mas o afectuoso líder não o é menos. Diz-se à boca pequena, mas não custa a acreditar, que o monhé, quando aluno de direito do afectuoso, lhe terá pedido um acrescento na nota, que era para não baixar a média. E consta que o afectuoso não se fez rogado e, sem que o gajo o merecesse, deu-lhe uma nota de 500 ou perto disso. Vai daí, que essa coisa da cooperação institucional entre eles é como a fama do licor beirão e do brandy constantino, já vem de longe. E os exemplos são mais que muitos. O último, só para desacreditar o ressabiado Marques Mendes, foi telecomunicado ontem nos telejornais: viu-se o afectuoso a desacreditar um septuagenário a quem arderam dezenas de oliveiras num dos últimos grandes incêndios, dizendo ao velho que, afinal, oliveiras danificadas havia apenas umas três e que as demais estavam ali para as curvas, como as gajas boas. O velhinho ficou de boca aberta com o desplante do afectuoso, ao mesmo tempo que se via o afectuoso (que triste figura), de dedo indicador apontado ao velho, com um sorriso cínico, como quem diz: Ah, meu maroto, tu queres é uma indemnização pela desgraça que te caíu em cima, mas ficas já a saber que serei o primeiro a fo#der-te com um indeferimento total, pois três oliveiritas não têm direito a qualquer indemnização. E agora, diga-me, lá, ó Lourinho, quero dizer, ó Marques Mendes. Então isto não é colaboração institucional? Então isto não é safar o monhé e o seu governo de pagar uma indemnização e, assim, amealhar mais algum, à custa do parolo do velho? Pensei que o siresp já só servia, funcionando, para validar golos ao meu querido Sporting. Afinal, também serve para o sancho pança captar a colaboração do cavaleiro da triste figura.

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  4. Coisas de Marquês de Mentes & Pobres Diabos Limitados.

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