
Outra competição. Outros jogadores. Mas tudo confrangedoramente na mesma.
O mesmo início de jogo, de novo a deixar a ideia que a equipa queria mudar o destino. O mesmo golo cedo. Depois, o mesmo... O vazio. A mesma confrangedora falta de qualidade de jogo, a mesma incapacidade de tirar o que quer que seja do jogo. O mesmo terror, à medida que, depois do golo, os ponteiros do relógio avançam no jogo. A mesma fatalidade.
Não seria previsível que com outros jogadores, menos rodados e supostamente de menor valia, pelo lado da qualidade de jogo, as coisas corressem melhor. Mas seria de esperar que esses jogadores quisessem mais, que lutassem mais. E com mais querer, lutando e correndo mais, era de esperar que o Benfica pelo menos ganhasse o jogo.
Nada disso, Os jogadores do Braga quiseram mais, lutaram mais e foram, todos, melhores que os do Benfica. Não sei se houve um jogador do Benfica tenha sido melhor que o seu adversário da mesma posição. Na maior parte dos casos foi gritante a superioridade dos que vieram de Braga.
Não se percebeu qual seria a ideia de Rui Vitória ao colocar Samaris e Filipe Augusto. Talvez tenha sido para calar os adeptos que reclamam o grego em vez do brasileiro. Para lhes mostrar que, entre os dois, que escolha o diabo... Samaris é um poço de faltas. Filipe Augusto, outro. Os dois juntos.... a boca do inferno.
Rafa, é o desespero. É um caso sério de destruição de valor. Gabriel Barbosa, é mais um caso que não tem explicação. Salvou-se o Krovinovic!
Rui Vitória é que não. E começa a ficar difícil salvar-se... O discurso está ao nível da qualidade de jogo: insuportável!
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