quarta-feira, 11 de julho de 2018

Rússia 2018#13 - A Croácia, pois claro!


 


É a Croácia quem vai discutir com a França o título mundial de futebol. E com toda a justiça, mesmo que lá chegue quase em modo "Portugal Europeu de França", ao fim de três prolongamentos consecutivos.


Foi assim, mas ainda nos penaltis, que afastou a Dinamarca, nos oitavos de final, e a Rússia, nos quartos. Foi assim, mas com vitória no prolongamento, que hoje garantiu pela primeira vez presença na final da maior competição de futebol, afastando a surpreendente jovem selecção inglesa. Foi assim, mas também com muito futebol.


A Croácia é uma das quatro melhores selecções (com o Brasil, a Bélgica e a França, todas diferentes mas todas iguais no mais alto patamar deste mundial) da competição, com um futebol atractivo, feito de ataque, sempre virado para a frente. Também ela a viver de uma grande geração de jogadores em plena maturidade...


À excepção da primeira parte, onde a Inglaterra esteve quase sempre por cima do jogo, a Croácia foi sempre melhor em todos os capítulos do jogo, sob a batuta do extraordinário Modric. Um jogador fabuloso, que encontra na selecção croata o espaço de luz para o brilho que o Real Madrid lhe esconde.


A selecção inglesa ultrapassou todas as expectativas, e deixou bem claro que, com a margem de crescimento que a sua juventude lhe garante, será no Qatar um fortíssimo candidato. Se aquilo vier a conseguir ser uma competição de futebol...

7 comentários:

  1. Ainda este não terminou e já está a "prognosticar" sobre o próximo?
    Mas sim, percebo-o e subscrevo.

    Quanto à Croácia, caramba, neste momento sou croata desde pequena! Que futebol! Croácia-Bélgica, era a final que queria... e, aí, confesso que só saberia por quem torcer no próprio jogo... agora, assim, prontes, sei cá eu, Paris tem muitos portugueses e coisital... ah, mas que se lixe, não lhes perdoo a falta de fair play em 2016! Cro-á-cia, Cro-á-cia!!!

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    1. Prognostico mais, ainda: a Inglaterra já é uma potência do futebol. E tem tudo para consolidar essa qualidade na próxima década.

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    2. De uma liga altamente competitiva só podem resultar jogadores de alta competição e rendimento.

      Os capitais russos e árabes têm também essa face.

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  2. A final que eu queria era o Brasil e a Croácia, ponto. Mas o que agora quero manifestar é a minha discordância com os moldes atribuídos para os jogos a eliminar, isto é, que o 1º da séria A vai jogar com o 2º da série B, que o vencedor deste jogo joga com o vencedor do jogo do 1º C contra o 2º D, etc.. Acho que a partir das séries, os apurados deveriam ser objecto de sorteio, a fim de evitar aqueles ditos, de que a selecção X fez por empatar com a selecção Y, a fim de ficar em 2º lugar na série e, assim, não defrontar o 2º classificado da série Z, porque é o mais forte de todos, etc.
    Quanto ao Qatar, já se sabe que aquilo não vai ter piada nenhuma. É um elefantino, Qatar pulgas, Qatar chatos...

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    1. Concordo com a sua discordância. Também já aqui discordei com veemência.

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  3. O comentário não se refere directamente a este post, mas não quero deixar de partilhar a tradução do repórter da RTP em Itália para o destaque de um jornal italiano a propósito da transterência de CR7, da expressão FIAT LUX, para Fiat de luxo.

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    1. Ontem também se referiam aos "Hells Angels" como um grupo de motociclistas...

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